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Crise no setor de veículos: é hora de comprar?

Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a produção de veículos recuou 18,5% no primeiro semestre deste ano. Isso é consequência de estoques lotados, por causa da queda nas vendas. Há diversas razões para esse cenário, no entanto, a pergunta é: comprar ou não comprar um carro?

Na verdade, o custo ainda é alto e a recomendação é que a compra só deve ser feita com dinheiro à vista, e mesmo assim com muito cuidado, visto que o período de nossa economia ainda é instável. Promoções e feirões que oferecem condições especiais de pagamento ocorrem a todo o momento, ainda mais nessa situação de baixa no mercado. Portanto, dá pra ir com cautela, sem ansiedade.

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É importante entender que adquirir um carro traz diversas despesas, não dá pra considerar apenas o valor dele. Manutenção, combustível, IPVA, seguro, licenciamento, lavagens, estacionamento e possíveis multas são apenas alguns dos itens que devem ser levados em consideração.

Fazendo uma conta rápida, o custo médio mensal representa algo em torno de 3% do valor do automóvel. Então, para um veículo popular de R$25 mil, daria R$750 por mês, o que, muitas vezes, é maior do que o valor das parcelas.

Para quem não precisa do carro como instrumento de trabalho, comprar um é optar por mais segurança e comodidade, mas não chega a ser um investimento, pois há uma boa desvalorização. Por isso, é importante que, antes de decidir pela aquisição, se faça alguns questionamentos.

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De repente, um seminovo pode suprir muito bem as necessidades, conseguindo até um modelo melhor, gastando menos. Em grandes capitais, pode até ser pertinente o uso de transportes alternativos, como metrô e taxi.

Sobre parcelamentos ou financiamentos, só em último caso, por causa dos juros,
o que aumentaria muito os custos dessa compra – considerando o valor total que gastaria por mês, com aqueles itens que citei acima.

Obviamente, para quem está endividado, parcelar parece ser uma saída, mas, na verdade, só fará com que a situação se torne cada vez mais insustentável, caminhando rumo à inadimplência.

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Aos poupadores, a situação é melhor, mas ainda assim aspira cuidados. O questionamento não é mais se tem condição, mas sim se realmente precisa trocar/comprar um carro agora.

Atitudes impulsivas trazem consequências graves; agir com educação financeira é o caminho para tomar as melhores decisões.

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