A gasolina brasileira já mudou em 2026, mas a próxima mudança é tecnicamente mais delicada. Desde agosto, o País utiliza temporariamente 32% de etanol anidro na gasolina comum e aditivada, enquanto o governo estuda avançar para até 35%. Para a maioria dos veículos flex modernos, a adaptação eletrônica ajuda a administrar a diferença. O problema está em outra parte da frota: carros antigos, motocicletas...
Não há posts para exibir
Usamos cookies para garantir que oferecemos a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você está satisfeito com ele.