A gasolina brasileira já mudou em 2026, mas a próxima mudança é tecnicamente mais delicada. Desde agosto, o País utiliza temporariamente 32% de etanol anidro na gasolina comum e aditivada, enquanto o governo estuda avançar para até 35%. Para a maioria dos veículos flex modernos, a adaptação eletrônica ajuda a administrar a diferença. O problema está em outra parte da frota: carros antigos, motocicletas...
O Brasil mal começou a conviver com 32% de etanol anidro na gasolina comum e já prepara o próximo passo. Desta vez, porém, a discussão chega ao limite previsto em lei e levanta uma questão que interessa diretamente ao motorista: até onde é possível aumentar a presença do etanol sem transformar eventuais ganhos energéticos e ambientais em maior consumo ou problemas de compatibilidade para...
A análise detalhada da transição automotiva atual examina o choque de filosofias entre fabricantes tradicionais e novos entrantes chineses, ponderando os impactos das telas gigantes e acabamentos sofisticados frente ao desafio histórico da durabilidade mecânica e da adaptação às peculiaridades do Brasil.
Por Henrique Pereira (*) - Durante décadas, o mercado brasileiro foi dominado por um pequeno grupo de montadoras. Volkswagen, General Motors, Fiat e...
Presença de metanol engana sensores e ECU, gera mistura incorreta e causa superaquecimento que derrete a base da válvula.
A adulteração de combustíveis com metanol tem se tornado um problema recorrente e de alto impacto para motores flex modernos, especialmente aqueles equipados com injeção direta. O resultado mais grave desse cenário é o derretimento da base da válvula, uma falha mecânica que compromete de forma...
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