Com licenciamento de 11.719 veículos, a Kia Motors do Brasil registrou crescimento de 39% nas vendas acumuladas de 2018 ante igual período de 2017, quando foram comercializadas 8.431 unidades da marca.

Essa taxa de crescimento significou quase 3 vezes mais que a média obtida pelo mercado interno, que encerrou o ano com 2.470.224 unidades emplacadas (automóveis e comerciais leves), total 13,7% superior ao desempenho de 2017, com 2.172.612 unidades.

Na avaliação de José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors, “apesar de todas as dificuldades mercadológicas, como a greve dos caminhoneiros, Copa do Mundo, efeito eleições e alta acentuada do dólar, nosso desempenho em 2018 é motivo de comemoração. Fechamos o ano com um dos melhores índices de crescimento entre as marcas de volume”.

As 11.719 unidades licenciadas pela Kia Motors no ano representaram 31,2% do total de importados por associadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores e 71,5% mais que a segunda marca que mais vendeu em 2018 entre as associadas à entidade.

Se considerado somente o mercado total de importados, que foi de 304.055 unidades em 2018, a participação da Kia Motors foi de 3,8%.

Em dezembro último, com 990 unidades licenciadas, a Kia Motors obteve crescimento de 14,2% sobre as 867 unidades de novembro, e de 33,4% sobre as 743 unidades de dezembro de 2017.

“Ainda é muito cedo para projetarmos os primeiros números para 2019, mas observamos que ao longo de 2018, mesmo com cenários de instabilidade, conseguimos estabilizar nossas vendas com tendência de alta. Por isso, vamos buscar este ano uma taxa de crescimento da ordem de 25%, ou algo em torno de 15 mil unidades”, enfatiza Gandini.

Veículos – O SUV médio Sportage foi o líder de vendas da Kia em 2018, com 5.648 unidades emplacadas, alta de 55,2% sobre o desempenho do modelo registrado em 2017.

Trata-se do SUV importado mais vendido do País.

Na sequência aparecem o comercial leve Bongo e o sedã médio Cerato, com 2.481 e 2.472 unidades comercializadas, respectivamente, com aumento de 50% e de 54% sobre os números de 2017.