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208 – O primeiro veículo global produzido pela Peugeot no Brasil

206, 207 e agora, enfim, chega o 208. A Peugeot demorou um pouco para anunciar a fabricação do seu hatchback, mas o consumidor vai entender os bons motivos que levaram a marca a um plano diferenciado para o nosso mercado.

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Literalmente encontramos um salto na geração em seu segmento com o 208. A qualidade e refinamento dos materiais utilizados são destaques quando falamos nos carros compactos oferecidos no Brasil.

A série 200 desenvolvida pela Peugeot sempre foi de bastante sucesso. Foram mais de 15 milhões de unidades vendidas no mundo em 30 anos, sendo quase 600 mil no Brasil desde 1999.

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Apoiada na estratégia de internacionalização cada vez maior de suas operações, a Peugeot decidiu pelo desenvolvimento e produção do 208 no Centro de Produção de Porto Real (CPPR), no Sul Fluminense, um ano após seu lançamento mundial na Europa.

As unidades fabricadas no Rio de Janeiro irão abastecer o mercado nacional e a Argentina de forma prioritária, além de parte da região da América Latina. Como um veículo global, o Peugeot 208 sai também das linhas e montagem de Poissy (França) e Trnava (Eslováquia).

A concepção do 208 durou três anos e foi realizada em paralelo com a França. Foram consideradas as necessidades do mercado e dos clientes brasileiros desde o início do desenvolvimento na Europa.

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Cerca de 780 colaboradores do país participaram do projeto, que contou com o investimento de R$ 800 milhões, parte dos R$ 3,7 bilhões injetados no país pelo Grupo PSA Peugeot Citröen entre 2010 e 2015.

Com o 208, a Peugeot completa a renovação de sua gama de veículos no Brasil, que em 2010 iniciou uma forte ofensiva comercial que contabiliza nada menos que oito lançamentos (3008, 408, RCZ, 408 THP, 308, 508, 308 CC e 308 THP).

O novo hatchback inaugura uma nova fase de crescimento para a Marca no país, que hoje dispõe de uma gama de veículos particulares totalmente alinhada à Europa. Baseada em quatro eixos da gama de produtos – Compactos, Médios, Premium e Utilitários – o 208 se apresenta como uma dos mais importantes peças da estratégia de atuação da Marca.

Estrutura – Desde o início do projeto, as opções técnicas que estruturaram o 208 tiveram como base a versão mais atual da plataforma A (veículos compactos) do Grupo PSA. É a primeira vez que essa plataforma é utilizada por um veículo Peugeot no Brasil.

A modificação do assoalho e a suspensão traseira permitiram, por exemplo, aperfeiçoar a arquitetura interna do carro de maneira particularmente eficaz para obter um veículo compacto e, ao mesmo tempo, espaçoso e dinâmico.

No salto de geração que o 208 representa, seria natural esperar por um modelo maior em todas as suas medidas. E é por meio da grande versatilidade dessa plataforma que a Peugeot optou por conter seu tamanho, mas ainda assim garantindo à marca aumentar o espaço interno no habitáculo, no porta-malas e tanque de combustível, além de permitir a utilização de rodas maiores.

Em relação ao 207 nacional, o comprimento total e o entre-eixos do 208 cresceram 94 mm e 98 mm, respectivamente. Como resultado, o novo hatchback da Peugeot mede menos de quatro metros de comprimento (3.966 mm), porém apresenta um entre-eixos de mais de 2,5 metros (2.541 mm), o maior entre os seus concorrentes diretos.

O 208 tem 1.702 mm de largura (ante 1.669 mm do 207 nacional) e 1.472 mm de altura (1.446 mm de seu antecessor).

As medidas do 208 são ainda mais generosas quando se verifica que o espaço para os joelhos dos passageiros traseiros aumentou em 80 mm, em função da adoção de encostos mais compactos dos bancos dianteiros e a otimização global de sua concepção, o porta-malas está 40 litros maior (segundo as normas VDA), um dos maiores entre os seus concorrentes diretos, com 285 litros, e o tanque de combustível aumentou outros cinco litros, passando para 55 litros de capacidade total, melhorando ainda mais a autonomia do veículo.

Os balanços dianteiro e traseiro reduzidos (distância entre o centro da roda e a extremidade do para-choque), de 776 mm e 649 mm, respectivamente, junto ao peso controlado do veículo, têm como primeiros benefícios melhores proporções de seu desenho, mais agilidade e mobilidade no âmbito urbano (em manobras de estacionamento, por exemplo).

Cada elemento concebido, cada técnica utilizada foi pensada visando o controle do peso do 208, que beneficia o consumo, a segurança passiva e o comportamento dinâmico do veículo. Assim, utilizou-se uma barra dianteira deformável em alumínio, do tamanho do subchassi dianteiro, solda a laser do teto, amplo uso de chapas do tipo THLE e UHLE (aço de alta resistência e ultra-alta resistência, respectivamente), e isolamento acústico do motor otimizado, entre outros.

Será que esse design vai resistir ao tempo? A resposta para essa pergunta pode ser muito bem respondida nos modelos 206 e 207. A Peugeot conseguiu uma fórmula que ainda nas ruas, seus modelos 206 e 207 passam como veículos atuais, com design alinhado e até mesmo melhor que outros veículos já no mercado.

O 208, assim como o 508, foi desenhado desde os primeiros sketches segundo a nova identidade visual da Peugeot, apresentada ao mundo em 2010 no carro-conceito SR1. A dianteira, uma autêntica assinatura visual, revela a nova face da Marca. O “olhar felino” se interpreta de maneira mais moderna, rica e refinada com as luzes em LED e uma guia luminosa que enfatiza o conjunto ótico, tanto de dia quanto a noite. O mesmo cuidado é dado a cada elemento, como o formato dos faróis de neblina.

A entrada de ar frontal, por sua vez, foi modelada como uma autêntica “escultura flutuante”. Na verdade, parece destacar-se da carroceria com sua moldura cromada, formada por barras que reforçam a modernidade e a riqueza de seu aspecto. Com esse desenho original, a dianteira se revela, ao mesmo tempo, forte e viva, tecnológica e leve, espontânea e sofisticada.

Do logotipo PEUGEOT gravado acima da grade nasce uma autêntica coluna vertebral que atravessa o capô, deixa sua marca no centro do teto e imprime movimento na parte traseira e ao desenho na tampa do porta-malas.

A lateral do 208 apresenta a mesma harmonia que acompanha o seu desenho. A relação entre os balanços curtos e o comprimento total do carro, o quadro das portas embutido na carroceria, que é apoiada por novas rodas de 15 polegadas e 16 polegadas com tratamento bicolor, e a linha de cintura ascendente mostra uma lateral esculpida com linhas atléticas, sugerindo o veículo em movimento constante mesmo quando parado.

As luzes traseiras, com forma de bumerangue, remetem a elementos tecnológicos, pois integram uma assinatura luminosa com três “garras” marcadas por luzes em LED e guias de luz.

Interior – No 208, a arquitetura do posto de condução coloca o motorista em uma posição diferente daquela usualmente conhecida, permitindo que ele desfrute do comportamento dinâmico esportivo e seguro do veículo, sem deixar de lado o conforto.

A proposta desse novo conceito foge aos padrões estabelecidos, pois o painel de instrumentos elevado permite que a leitura das informações seja feita por cima do volante. De pequeno diâmetro (10% menor comparado ao do 207, que tem 37 cm de altura), com base achatada e em posição mais baixa, a peça reforça ainda mais o carácter inovador, esportivo e divertido desse novo posto de condução.

Para que qualquer pessoa encontre a ergonomia ideal para dirigir, o volante está perfeitamente alinhado com o assento, o painel de instrumentos e os pedais, a coluna de direção dispõe de ajuste de altura e profundidade e o banco do motorista apresenta ajuste de altura ativo, controlado por alavanca.

Multimídia e tela sensível ao toque – Além do painel elevado e do volante de pequena dimensão, o condutor e o passageiro da frente têm ao alcance das mãos uma central multimídia, um equipamento de destaque no quesito tecnologia, no qual a concepção do 208 se apoia tão fortemente.

De acordo com sua época e de maneira coerente com a nova ergonomia de seu posto de condução, o equipamento será oferecido à maioria dos clientes, já a partir do segundo nível de acabamento. A central multimídia apresenta uma grande tela colorida sensível ao toque de sete polegadas com gráficos de desenho cuidadoso (resolução de 800 x 480) e de funcionamento intuitivo:

O menu Navegação permite controlar a função GPS. Além dos comandos básicos para entrar endereço e calcular rota, é possível visualizar o mapa em perspectiva 3D, configurar pontos de interesse, definir critérios de cálculo de rota, visualizar o itinerário… Tudo em uma interface elegante e prática de usar;

A tecla Multimídia possibilita controlar o rádio, ler arquivos de música via conexão USB ou visualizar fotografias. Pode-se também acionar os dispositivos conectados à entrada auxiliar, como um aparelho de iPod;

O menu Comunicação controla a conexão Bluetooth para celular e para streaming de áudio;

O menu Parâmetros permite configurar inúmeras configurações do carro, como ativar função de acendimento automático dos faróis, data, as unidades de medida de consumo, função “follow me home”, que mantém os faróis acesos por um tempo determinado depois que o motor é desligado, entre outros.

O pacote de equipamentos oferecido pelo 208 vai além:

Ar-condicionado automático digital Bizone: é a primeira vez que um veículo do segmento B dispõe desse equipamento, que apresenta três modos de funcionamento – automático, soft e fast (nas versões equipadas com motor 1.6 L Flex);

Sensor de obstáculo traseiro: de última geração, é acionado sempre que a marcha a ré é engatada. A indicação da presença, distância e posição dos obstáculos atrás do modelo é feita por meio de sons intermitentes e imagens coloridas apresentadas na central multimídia;

Computador de bordo com três modos de operação e nove funções: integrado à central multimídia, mostra informações de consumo e autonomia instantâneas e dados históricos de dois percursos diferentes. É muito útil em uma viagem, por exemplo, quando o condutor deseja comparar a ida com a volta ou quando abastece em um posto desconhecido;

Piloto automático / limitador de velocidade: funções acionadas por meio de um prático comando satélite na coluna de direção à esquerda do volante. As informações de utilização como velocidade programada são mostradas no display LCD do painel de instrumentos.

O 208 possui ainda vidro elétrico com comando sequencial e função anti-esmagamento para o motorista, travas elétricas com comando na chave do carro, travamento automático com o veículo em movimento, função “follow me home”, que mantém os faróis ligados por um tempo determinado ao sair do carro, muito útil em uma situação como a de estacionar o veículo numa garagem escura, função “lead me to the car”, que aciona os faróis por meio de um comando na chave, útil ao buscar o carro em uma garagem escura ou no estacionamento lotado de um shopping center, e alarme periférico e volumétrico (nas versões com motor 1.6 L 16V Flex).

O habitáculo foi também trabalhado de forma intensiva em termos acústicos. Seguindo o exemplo do que foi realizado no 508, com o tratamento do ruído em sua origem, o silêncio a bordo foi melhorado de maneira significativa em relação ao 207.

Em seu desenvolvimento, o 208 também agregou 24 kg de materiais verdes. As principais aplicações estão nos revestimentos internos e componentes plásticos do exterior e interior do veículo, com materiais como PET reciclado, resina de polipropileno reciclado, fibra de algodão, EVA reciclado e resíduos de madeira.

A Peugeot utilizou toda a sua experiência para desenvolver uma nova síntese, de alto nível, a respeito do comportamento dinâmico para o 208, com a ideia de perpetuar e enriquecer a noção do prazer de condução.

Com suspensão dianteira pseudo-McPherson e suspensão traseira com travessa deformável, a excelência de seus conjuntos de mola e amortecedor, que receberam uma calibração específica para rodagem nas vias brasileiras, garante um comportamento dinâmico do 208 que trabalha com o melhor compromisso entre conforto e esportividade.

A modernidade do novo hatchback da Peugeot é percebida também por meio de sua gama de propulsores. O 208 é equipado com uma nova geração de motores, moderna e confiável: o 1.5 L 8V Flex, que privilegia o baixo consumo e a eficiência de utilização – resguardando o prazer ao dirigir – e o 1.6 L 16V Flex (EC5), referência de tecnologia, desempenho e dirigibilidade.

Mecânica Online® – O motor 1.5 L 8V Flex – Desenvolvido e produzido no Brasil para atender às demandas específicas da América Latina, o novo motor 1.5 L 8V Flex se caracteriza por apresentar quatro cilindros, bloco e cabeçote de alumínio e oito válvulas. Trata-se de um projeto moderno, que atende às normas de emissões Euro 5 e PL6.

A concepção do projeto levou em conta o ganho de eficiência, representada pelo melhor desempenho, menor consumo de combustível e emissões reduzidas. Assim, o motor apresenta soluções avançadas de design em vários componentes, como os pistões, o coletor de admissão e o corpo da borboleta. Como melhoria da eficácia de funcionamento, foram integrados recursos como uma válvula termostática pilotada, que aumenta a eficiência térmica, e velas com tecnologia “V” Groove, que melhoram a combustão.

Como complemento, os pistões e anéis são “low friction”. O acabamento dos cilindros também usa este tipo de tecnologia para reduzir atritos. Já as bielas foram desenvolvidas para apresentar alto nível de resistência com baixo peso. Uma rota otimizada das correias (layout), que também contam com tensionador dinâmico, minimiza vibrações e ruídos. O projeto foi todo desenvolvido com foco na otimização de seu funcionamento com os combustíveis locais, por isso a taxa de compressão é de 12,5:1.

Este conjunto faz o motor 1.5 L 8V Flex desenvolver 93 cavalos de potência máxima com etanol, a 5.500 rpm. O torque máximo é de 14,2 mkgf quando abastecido com etanol, sempre a 3.000 rpm. Contudo, 86% do torque já está disponível a apenas 2.000 rpm.

Suas principais características técnicas são:

Válvula Termostática Pilotada – melhora a eficiência térmica na troca da água e, com isso, possibilita uma redução de até 1,5% no consumo de combustível e também contribui para a redução das emissões;
Coletor de Admissão de última geração – com design moderno, ele teve o comprimento elaborado para reduzir a perda de carga, visando aumentar a entrada de ar no motor;
Velas “V” Groove – tecnologia que melhora a partida do motor, otimizando o consumo;
Bielas forjadas e fraturadas – com alta resistência, elas têm peso reduzido, contribuindo para a melhor performance do motor e a redução do consumo;
Conjunto pistões/anéis “low friction” – os componentes usam material de baixo atrito, o que reduz o gasto de energia do motor para movimentar suas próprias peças; por consequência, torna mais eficiente seu funcionamento;
Cilindros com acabamento “low friction” – o brunimento dos cilindros também adota material de baixa resistência à fricção, reduzindo o atrito entre as peças;
Sistema “drive by wire” – emprega fios e sensores para conectar o corpo da borboleta ao acelerador. Ele permite respostas mais rápidas e precisas ao comando do motorista sobre o pedal de aceleração otimizando o comportamento do motor e o consumo.
Com o motor 1.5 L 8V Flex, o 208 conquista a classificação “A” no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular”, do Inmetro.

O motor 1.6 L 16V Flex (EC5) – Esse propulsor fez sua estreia em solo brasileiro no lançamento do Peugeot 308. Igualmente produzido na Fábrica de Motores da PSA Peugeot Citroën em Porto Real (RJ), é desenvolvido com recursos avançados e foco na sustentabilidade.

O motor EC5 conta com soluções pouco comuns em motores brasileiros, que proporcionam um excelente equilíbrio entre potência, torque e economia, como o bloco do motor em alumínio e o inovador sistema Flex Start.

Esse sistema elimina o reservatório de gasolina situado no compartimento do motor, conhecido como “tanquinho”, descartando a necessidade desse combustível para realizar a partida a frio.

Acionado eletronicamente para controlar toda operação e o aquecimento do etanol para a realização da combustão, o sistema de gerenciamento do combustível garante ao 208 uma resposta mais precisa durante a partida, contando com mais conforto e eficácia na aceleração.

O sistema utiliza uma nova galeria de combustível com elementos de aquecimento integrados (lanças aquecedoras), uma unidade de controle de aquecimento e o software de controle do sistema, para garantir que a temperatura do combustível atinja valores ideais para uma partida segura mesmo em baixas condições climáticas. Ao mesmo tempo, o Flex Start oferece um controle preciso da temperatura do combustível em todas as condições de operação do motor, evitando o sobreaquecimento.

Os benefícios do sistema Flex Start são os seguintes:

1 – Eficácia na partida a frio: melhor combustão e precisão na partida graças ao Wake up, um sistema que inicia o pré-aquecimento do etanol quando a porta do motorista é aberta, eliminando o tempo de espera de seis segundos quando a temperatura ambiente é de 5ºC. Caso a chave de ignição seja inserida no contato antes do completo aquecimento do etanol, uma luz no painel ficará acesa, indicando que o sistema está em aquecimento. A partida só é permitida após a luz indicadora se apagar.

2 – Eficiência na condução: melhor dirigibilidade logo após a partida, pois o motor não “engasga” ou falha, uma vez que o combustível já se encontra devidamente aquecido, permanecendo assim por até dois minutos após partida;

3 – Comodidade: não há necessidade de lembrar-se de abastecer o tanquinho, evitando o risco de o veículo não dar partida em dias mais frios;

4 – Redução de emissões: é no momento da partida que se dá a maior emissão de gases poluentes. Dessa forma, sem a necessidade de utilização de gasolina para a partida do motor, o Flex Start permite uma redução de até 40% nas emissões de poluentes.

Ao sistema Flex Start somam-se outros componentes, responsáveis pela performance otimizada do motor EC5. São eles:

VVT – o comando de válvulas variável na admissão faz os tempos de abertura das válvulas e o fluxo de ar e combustível variarem de acordo com a necessidade identificada pelo cruzamento de informações de aceleração e comportamento do motor. Com isso, as características do motor são modificadas, garantindo o bom desempenho em diferentes regimes de rotação e, ainda, a redução do consumo. Em linhas gerais, o VVT otimiza o funcionamento e contribui para que se tenha, por exemplo, mais de 80% do torque já a partir de 1.500 rpm;

Bomba de óleo variável – usada pela primeira vez em um motor produzido no Brasil, ela ajusta automaticamente o fluxo de óleo enviado de acordo com a rotação do motor e a carga. Como resultado, o motor gasta menos energia acionando a bomba e, com isso, fica mais econômico. Este equipamento permite uma economia de combustível de 1%;

Conjunto pistões/anéis “low friction” – os componentes usam material de baixo atrito, que reduz o gasto de energia do motor para movimentar suas próprias peças; por consequência, torna mais eficiente seu funcionamento;

Cilindros com acabamento “low friction” – o brunimento dos cilindros também adota material de baixa resistência à fricção, reduzindo o atrito entre as peças;

Bielas forjadas – com alta resistência, elas têm peso reduzido, contribuindo para a melhor performance do motor e a redução do consumo;

Coletor de admissão e tampa do motor em plástico – a adoção de plástico nestes componentes reduz o peso, sem comprometer a resistência. Além disso, o coletor em plástico pode ter um formato otimizado em relação ao coletor tradicional em metal, o que aumenta a eficiência da admissão de ar e, consequentemente, da queima de combustível. Como resultado, contribui para melhorar o funcionamento do motor;

Tuchos hidráulicos – mais modernos, melhoram a eficiência do conjunto e, além disso, não precisam de manutenção;

Sistema drive by wire – emprega fios e sensores para conectar o corpo da borboleta ao acelerador. Ele permite respostas mais rápidas e precisas ao comando do motorista sobre o pedal de aceleração otimizando o comportamento do motor e o consumo.

Todos estes componentes, controlados por um computador de última geração, fazem com que o motor de 1.587 cm3 desenvolva 122 cavalos de potência a 5.800 rpm, quando abastecido com etanol, e torque máximo de 16,4 mkgf a 4.000 rpm. Ao utilizar gasolina, a potência é de 115 CV a 6.000 rpm e 15,5 mkgf de torque.

O 208 oferece duas opções de câmbio: uma caixa manual de cinco velocidades à frente e uma transmissão automática sequencial que possibilita a troca de marchas na própria alavanca do câmbio ou por meio de “paddle shifters” na coluna de direção, ambas adaptadas a um estilo próprio de condução.

Essa caixa escolhe no modo automático a programação mais apropriada à situação do momento. O câmbio possui dispositivos programados para adaptar o funcionamento da transmissão ao programa escolhido (esporte ou econômico), às condições externas (relevo da estrada, aderência, carga do veículo, aceleração ou desaceleração) e internas (temperatura e pressão de óleo da caixa, motor frio e outros fatores).

O modo “manual” ou “sequencial” oferece ao motorista a livre escolha da passagem das velocidades de duas maneiras:

Por meio dos “paddle shifters”: acionando o comando da direita (+), a mudança de marchas é ascendente (engata-se uma marcha mais alta); acionando o comando da esquerda (-), a mudança de marchas é decrescente (engatam-se marchas mais baixas); Na própria alavanca de câmbio: para frente (+), a mudança de marchas é ascendente; para trás (-), a mudança de marchas é decrescente.

Segurança – O novo hatchback da Peugeot está equipado com sistemas de retenção eficazes:

Dois airbags frontais;

Cinco cintos de segurança com três pontos de fixação: alerta sonoro e visual de afivelamento do cinto do condutor de série; na frente, os cintos têm pré-tensionadores e bloqueio de folga; e atrás, os cintos laterais e central têm bloqueio de folga; Apoios de cabeça dianteiros e traseiros (disponíveis para os três ocupantes); Sistema de frenagem ABS com repartidor eletrônico de frenagem (REF) e auxílio.

Numerosas técnicas (apoio de pés ativo, coluna de direção telescópica, por exemplo) permitem limitar as consequências de um acidente para os ocupantes do veículo.

Versões e pós-venda – O 208 será oferecido em três versões de acabamento: Active e Allure, ambas equipadas com o motor 1.5 L 8V Flex, e Griffe, atrelada à motorização 1.6 L Flex, com câmbios manual e automático. A Peugeot disponibiliza ainda uma grande gama de cores ao consumidor brasileiro, nove no total: branco banquise, branco nacré (perolizado), cinza aluminium, cinza moondust, azul bourrasque, marrom dark carmin, preto perla nera, vermelho aden e vermelho rubi.

Assim, o 208 traz consigo benefícios como:

Três anos de garantia total;
Três anos de Peugeot Assistance: serviço de assistência exclusivo da Marca, disponível gratuitamente em todo o país 24 horas por dia;
Pacotes de peças e serviços com preços fixados e mão de obra inclusa: o cliente irá pagar exatamente o mesmo valor pelo serviço em qualquer concessionária do país;
Revisões com valores fixados para toda a rede de concessionárias do país: a marca vem trabalhando para adequar ao máximo o valor das revisões e, assim, transferir ao cliente os ganhos obtidos com sua nova política de Pós-Venda.

Dessa forma, o 208 equipado com motor 1.5 8V Flex apresenta o custo de R$ 810 paras as três primeiras revisões, ou 30 mil kms, enquanto a versão 1.6 16V Flex fica em R$ 890, ambas representando um dos pacotes mais acessíveis do mercado entre seus concorrentes.

Personalização – Acompanhando o lançamento do 208, a Peugeot irá disponibilizar em sua rede de concessionárias uma linha completa de acessórios que permitirá ao cliente a personalização do modelo.

Essa lista é dividida em quatro tópicos:

Estilo Exterior: três opções de adesivo de teto, duas capas diferentes de retrovisores, porta-malas de teto, barra de teto para transporte de bicicleta, frisos de porta e ponteira de escapamento;
Estilo Interior: pedaleiras em alumínio, descanso de pé lateral, três soleiras diferentes, tapete em borracha e carpete e cabide cromado;
Som e Tecnologia: CD Player Pioneer, automatizador de vidro, alarme e GPS Garmin com suporte fixo no painel;
Rodas: opção de 15 polegadas e 16 polegadas.

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