A Hyundai revelou as primeiras imagens da quarta geração do Tucson, que chega ao mercado no final deste ano ou início de 2027 com visual mais robusto e tecnológico. O novo modelo é maior em praticamente todas as dimensões, ganha tela central de grande formato, painel digital e o novo sistema de infoentretenimento Pleos. A Hyundai deve manter as opções de motorização a gasolina, híbrida e híbrida plug-in, além de retomar a versão XRT. O conjunto reforça a proposta de colocar o Tucson um degrau acima de rivais diretos como Toyota RAV4 e Honda CR-V.
A Hyundai apresentou as primeiras imagens oficiais da quarta geração do Tucson, um dos SUVs compactos mais vendidos da marca no mundo.
O novo modelo deve chegar às concessionárias no final deste ano ou no início de 2027, dando sequência a uma linhagem já consolidada no mercado.
Visualmente, o Tucson atual já era considerado bonito, mas a nova geração eleva o nível com uma carroceria mais esculpida e imponente.
O design segue a linha já vista em modelos recentes da marca, como o Santa Fe e o Palisade, lançados em 2024 e 2026, respectivamente.
Segundo SangYup Lee, chefe de design da Hyundai, essa linguagem mais robusta busca reforçar o apelo desses veículos para um estilo de vida ao ar livre.
No caso do Tucson, mais voltado ao ambiente urbano, a marca aplica o mesmo tema com um toque arquitetônico específico.
Esse conceito é batizado de “Arte do Aço”, linguagem de design que traz elementos horizontais marcantes na dianteira e na traseira do carro.
Para-lamas alargados completam o visual, dando ao Tucson uma presença que a própria Hyundai compara à de SUVs premium do segmento.
É justamente nesse ponto que o novo modelo já sai na frente da concorrência direta: o desenho ousado faz rivais como o Toyota RAV4 e o Honda CR-V parecerem mais conservadores em comparação.
A iluminação reforça essa diferença. O Tucson 2027 traz uma barra de luz frontal fina dedicada às luzes diurnas, com uma peça correspondente também na traseira.
Esse tipo de assinatura luminosa, cada vez mais raro em SUVs compactos japoneses, ajuda a dar ao Hyundai um visual mais futurista do que seu antecessor.
Rodas de maior diâmetro e um para-choque traseiro esculpido completam a postura mais robusta do novo modelo.
No interior, a Hyundai também aposta em diferenciação tecnológica frente aos concorrentes tradicionais do segmento.
O painel segue linha semelhante à esperada para a próxima geração do Elantra, com forte apelo premium na apresentação.
Uma grande tela sensível ao toque central deve vir equipada com o novo sistema de infoentretenimento Pleos, desenvolvido pela própria Hyundai.
Ao lado dela, um painel de instrumentos digital fino reforça a sensação tecnológica da cabine, em contraste com soluções mais simples de RAV4 e CR-V.
Materiais de aparência macia, iluminação ambiente e estofamento em tons claros complementam esse ambiente interno mais sofisticado.
O resultado, segundo a própria marca, é um carro que parece menos um crossover compacto comum e mais um modelo de categoria superior.
Do lado mecânico, a Hyundai ainda não revelou detalhes: a apresentação foi puramente visual, sem informações sobre motorização.
Ainda assim, o histórico do Tucson ajuda a antecipar o caminho mais provável da nova geração.
O modelo é hoje um dos mais vendidos da Hyundai globalmente, com 234 mil unidades comercializadas apenas nos Estados Unidos no último ano.
Essa relevância comercial torna menos provável uma revisão radical da parte mecânica, já que grande parte da renovação já aconteceu no exterior e no interior do carro.
A expectativa é que o Tucson 2027 mantenha tração dianteira de série, com opção de tração integral disponível em versões superiores.
Os motores também devem seguir o padrão atual: um 2.5 litros a gasolina, uma opção híbrida com motor turbo 1.6 combinado a motor elétrico, e uma versão híbrida plug-in mais potente.
Essa variedade de motorizações eletrificadas é outro ponto em que o Tucson tende a levar vantagem sobre rivais que ainda dependem majoritariamente de motores convencionais.
A Hyundai também confirmou o retorno da versão XRT, com visual ainda mais robusto dentro da linha.
Ainda não está definido se uma versão esportiva N Line ou N chegará ao mercado, embora rumores apontem para pelo menos uma dessas configurações.
Nos Estados Unidos, o Tucson já teve uma versão N Line, descontinuada em 2026 por trazer apenas visual esportivo, sem ganho real de potência.
Outra frente de expansão tecnológica veio do próprio CEO da Hyundai, José Muñoz, que confirmou o lançamento dos primeiros elétricos com autonomia estendida da marca já no próximo ano.
Ainda não está claro se o novo Tucson receberá essa tecnologia entre suas primeiras aplicações.
Em dimensões, a Hyundai já confirmou que o novo modelo cresce em praticamente todos os aspectos frente à geração atual.
A distância entre eixos passa de 2,76 m para 2,78 m, um ganho direto de espaço interno.
O comprimento total sobe de 4,64 m para 4,70 m, enquanto a largura aumenta de 1,86 m para 1,90 m.
Na altura, o SUV cresce de 1,67 m para 1,68 m, reforçando a presença visual mais robusta já destacada no design externo.
O espaço para a cabeça na segunda fileira de bancos também aumenta, com ganho de aproximadamente 2,5 cm frente ao modelo atual.
As portas passam a abrir em um ângulo de 83 graus, contra 73 graus da geração anterior, o que deve facilitar o acesso a bancos infantis e a entrada de passageiros.
Análise Mecânica Online® com Tarcisio Dias – O novo Tucson mostra que a Hyundai decidiu competir com RAV4 e CR-V pelo design, e não só pela ficha técnica.
A linguagem “Arte do Aço” funciona como diferenciação visual clara em um segmento onde muitos SUVs compactos ainda parecem genéricos entre si.
Do ponto de vista tecnológico, o sistema Pleos e o painel digital colocam o Tucson em um patamar de infoentretenimento acima da média da categoria.
A manutenção das opções híbrida e híbrida plug-in também é um trunfo, especialmente diante de rivais japoneses ainda mais conservadores na eletrificação.
Minha avaliação é que o crescimento em dimensões, combinado ao ganho de espaço interno, deve agradar famílias que hoje cogitam SUVs de categoria superior.
Resta saber se a Hyundai vai confirmar a versão N Line ou N, o que ampliaria ainda mais a vantagem tecnológica e de posicionamento do Tucson na categoria.
Para acompanhar de perto a chegada oficial do novo Tucson e mais detalhes sobre motorização, siga @tarcisiomecanicaonline.
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A revelação: a Hyundai mostrou as primeiras imagens da quarta geração do Tucson, sem detalhes de motorização.
O design: a linguagem “Arte do Aço” traz elementos horizontais e para-lamas alargados ao novo modelo.
A tecnologia interna: tela central de grande formato com o sistema Pleos e painel de instrumentos digital.
As dimensões: o novo Tucson cresce em comprimento, largura, altura e espaço interno frente ao modelo atual.
A motorização esperada: opções a gasolina, híbrida e híbrida plug-in devem seguir disponíveis na nova geração.
O plano futuro: a Hyundai lançará seus primeiros elétricos com autonomia estendida já no próximo ano.
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Híbrido plug-in (PHEV): veículo com motor elétrico e a combustão que pode ser recarregado na tomada, rodando trechos só no elétrico.
Autonomia estendida: tecnologia em que um pequeno motor a combustão gera energia extra para aumentar o alcance de um carro elétrico.
Tração integral (AWD): sistema que distribui força do motor para as quatro rodas, melhorando aderência em pistas escorregadias.
Distância entre eixos: medida entre o eixo dianteiro e o traseiro, que influencia diretamente o espaço interno do veículo.
Infoentretenimento: conjunto de sistemas multimídia do carro, incluindo tela central, navegação, conectividade e comandos digitais.


