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BYD Tang EV 2027 terá telas de 35,4 e 30 polegadas e recarga em 5 minutos

Terceira geração do SUV elétrico aposta em interface modular, bateria Blade de segunda geração, autonomia de até 850 km no ciclo chinês e suspensão pneumática.

A BYD apresentou a nova interface digital Giant Screen UI, desenvolvida para a terceira geração do SUV elétrico Tang EV, com lançamento previsto para o quarto trimestre de 2026 na China. O modelo terá um painel digital de 35,4 polegadas próximo ao para-brisa e uma tela panorâmica sensível ao toque de 30 polegadas, além de uma arquitetura de software que permite organizar diferentes funções simultaneamente. Entre os destaques técnicos estão a bateria Blade de segunda geração, potência de 300 kW (aproximadamente 408 cv), autonomia anunciada de até 850 quilômetros no ciclo chinês CLTC e tecnologia Flash Charging, com promessa de recarga de 10% a 70% em aproximadamente cinco minutos. Os números de carregamento são informações da fabricante e ainda não foram confirmados por testes independentes.

BYD Tang EV estreia nova geração de interface digital

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A BYD prepara uma transformação importante na experiência digital de seus veículos com a apresentação da interface Giant Screen UI, desenvolvida para a terceira geração do Tang EV.

Segundo informações divulgadas pelo portal automotivo chinês Autohome, o novo SUV elétrico será lançado no quarto trimestre de 2026 no mercado chinês, incorporando uma arquitetura de cockpit diferente daquela utilizada em modelos anteriores da fabricante.

O principal destaque é a possibilidade de organizar diferentes aplicativos e informações em uma mesma superfície digital, utilizando janelas que podem ser redimensionadas e reposicionadas.

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A proposta aproxima a experiência de utilização do automóvel daquela encontrada em computadores e tablets, com maior flexibilidade para apresentar informações simultaneamente.

O Tang EV também representa uma evolução importante no posicionamento da linha de SUVs elétricos da BYD, combinando maiores dimensões, tecnologias avançadas de bateria e recursos eletrônicos de assistência à condução.

No mercado chinês, o Tang ocupa uma posição abaixo de modelos maiores da família, como o Tang L, enquanto outros integrantes da linha recebem denominações diferentes em mercados internacionais.

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Giant Screen UI permite personalizar as informações do veículo

A nova interface Giant Screen UI utiliza um conceito modular, permitindo que os ocupantes combinem diferentes funções na tela panorâmica.

Entre os recursos apresentados estão navegação, reprodução de mídia e informações sobre o funcionamento do veículo.

O sistema permite ajustar o tamanho das janelas e organizar os conteúdos conforme as preferências dos usuários.

Essa arquitetura pode facilitar a visualização de diferentes informações sem a necessidade de alternar continuamente entre aplicativos.

Por exemplo, o motorista poderá acompanhar informações de navegação enquanto outras funções permanecem disponíveis em áreas específicas da interface, respeitando as configurações e limitações do sistema.

A proposta representa uma mudança em relação às interfaces convencionais, nas quais cada aplicativo normalmente ocupa uma área predeterminada da tela.

Entretanto, a utilização de múltiplas janelas exige atenção à ergonomia digital e à redução de distrações durante a condução.

A organização das informações precisa priorizar os dados necessários ao motorista, evitando excesso de elementos visuais.

Painel terá duas telas de 35,4 e 30 polegadas

A terceira geração do Tang EV utilizará uma configuração de cockpit composta por duas grandes superfícies digitais.

A primeira é uma tela de 35,4 polegadas, instalada próxima à base do para-brisa.

Esse visor superior será responsável por apresentar velocidade, informações de condução, estado do veículo e orientações de navegação.

A disposição pretende substituir a necessidade de um quadro de instrumentos convencional e de um sistema separado de projeção de informações no para-brisa.

A segunda tela terá 30 polegadas, com formato panorâmico e sensibilidade ao toque, ocupando as regiões central e do passageiro dianteiro.

Nela serão concentradas diferentes funções de entretenimento, conectividade e gerenciamento do veículo.

A solução também representa uma mudança em relação às telas centrais giratórias utilizadas anteriormente em alguns modelos da BYD.

Em vez de alternar fisicamente entre as posições horizontal e vertical, a nova interface utiliza uma disposição panorâmica fixa.

O conjunto deverá proporcionar uma experiência visual mais integrada, embora ainda seja necessário avaliar legibilidade, reflexos, facilidade de operação e distração visual em condições reais.

Assistente virtual Xiao Mianbao utiliza voz e reconhecimento visual

O Tang EV também apresentará um assistente digital animado chamado Xiao Mianbao, expressão que pode ser traduzida como “Pãozinho”.

O recurso utiliza informações de sensores visuais e comandos de voz para interagir com os ocupantes.

Entre as funções anunciadas estão a possibilidade de cumprimentar passageiros, responder a solicitações e apresentar diferentes expressões faciais na interface.

A proposta busca tornar a interação com os sistemas eletrônicos mais natural, aproximando a experiência digital de uma comunicação conversacional.

O assistente também demonstra a evolução dos sistemas de inteligência artificial utilizados nos cockpits automotivos.

Entretanto, a fabricante ainda não detalhou quais funções poderão ser executadas por comandos de voz, quais idiomas estarão disponíveis ou como serão tratados os dados captados pelos sensores.

Essas informações serão importantes para avaliar a utilidade prática do sistema e seus mecanismos de proteção à privacidade.

Novo Tang EV ultrapassa cinco metros de comprimento

Além da evolução tecnológica, a terceira geração do Tang EV apresenta dimensões maiores em relação ao modelo anterior.

O SUV mede 5.045 mm de comprimento, 1.980 mm de largura e 1.760 mm de altura, com distância entre-eixos de 2.950 mm.

Em comparação com a geração anterior, o novo modelo ficou 145 mm mais comprido, enquanto a distância entre os eixos aumentou 130 mm.

O crescimento da distância entre-eixos pode favorecer o aproveitamento do espaço interno, especialmente para os ocupantes da segunda fileira.

A configuração apresentada utiliza duas fileiras de bancos, diferentemente de propostas maiores da família destinadas a transportar mais passageiros.

Segundo os dados divulgados, o espaço para as pernas na segunda fileira supera 1.000 mm, enquanto os encostos traseiros podem reclinar até 130 graus.

Essas características reforçam a proposta de conforto do modelo, especialmente para viagens.

Entretanto, a avaliação efetiva do espaço interno depende também de fatores como altura do assoalho, posição dos bancos, largura útil da cabine e ergonomia.

Dimensões do novo BYD Tang EV

CaracterísticaMedida
Comprimento5.045 mm
Largura1.980 mm
Altura1.760 mm
Distância entre-eixos2.950 mm
Aumento no comprimento145 mm
Aumento no entre-eixos130 mm
Espaço traseiro para pernasMais de 1.000 mm
Reclinação dos bancos traseirosAté 130°

Motor elétrico traseiro entrega aproximadamente 408 cv

Documentos do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT) apresentam informações sobre o conjunto de propulsão do novo Tang EV.

O modelo utiliza um motor elétrico síncrono de ímãs permanentes, identificado pelo código TZ205QYD e instalado no eixo traseiro.

A potência informada é de 300 kW, equivalente a aproximadamente 408 cv na unidade métrica utilizada no Brasil, ou cerca de 402 hp na unidade anglo-americana.

A velocidade máxima declarada é de 250 km/h, número elevado para um SUV elétrico de grandes dimensões.

A utilização de um motor síncrono de ímãs permanentes permite combinar elevada densidade de potência e controle preciso do torque.

Nesse tipo de propulsor, o campo magnético do rotor é produzido por ímãs permanentes, enquanto o estator recebe corrente elétrica controlada eletronicamente.

O inversor ajusta a alimentação do motor para controlar velocidade e torque conforme as solicitações de aceleração.

A BYD ainda não apresentou informações completas sobre torque máximo, aceleração de 0 a 100 km/h ou eventuais configurações com tração integral.

Bateria Blade de segunda geração terá até 105,8 kWh

A terceira geração do Tang EV utilizará a bateria Blade de segunda geração, desenvolvida pela BYD.

Os documentos de homologação chineses indicam opções com capacidades de 88,682 kWh e 105,792 kWh.

As baterias utilizam química de fosfato de ferro-lítio (LFP), tecnologia empregada em diferentes veículos elétricos da fabricante.

Essa composição utiliza materiais diferentes daqueles encontrados em baterias de níquel, manganês e cobalto, conhecidas como NMC.

Entre suas características estão a estabilidade térmica e a possibilidade de desenvolver conjuntos com diferentes capacidades energéticas, dependendo da arquitetura das células e do sistema de gerenciamento.

A capacidade da bateria influencia diretamente a autonomia potencial, mas não determina isoladamente a distância que um veículo consegue percorrer.

O resultado também depende de massa, aerodinâmica, eficiência dos motores, pneus, temperatura e condições de utilização.

A BYD não detalhou a capacidade útil efetivamente disponibilizada ao motorista em cada versão.

Autonomia anunciada chega a 850 km no ciclo chinês CLTC

Segundo as informações divulgadas, o novo Tang EV terá configurações com autonomia homologada de 730 km, 830 km e 850 km no ciclo CLTC.

O CLTC é um procedimento de ensaio utilizado na China para avaliar o consumo energético e a autonomia dos veículos.

Seus resultados não são diretamente equivalentes aos obtidos em outros ciclos, como o WLTP europeu e o PBEV/Inmetro brasileiro.

O material de origem apresenta estimativas aproximadas de 600 km, 680 km e 700 km em referência ao WLTP, respectivamente.

Entretanto, esses números devem ser tratados como estimativas comparativas, e não como homologações oficiais europeias, já que não foram apresentados resultados específicos de ensaios WLTP.

No Brasil, a autonomia divulgada oficialmente dependeria dos procedimentos de avaliação aplicáveis ao mercado nacional.

Também não existe confirmação de que o novo Tang EV será comercializado no País.

Flash Charging promete recarga de 10% a 70% em cinco minutos

Um dos recursos mais impressionantes anunciados para o Tang EV é a tecnologia BYD Flash Charging, desenvolvida para reduzir significativamente o tempo de recarga.

Segundo a fabricante, o sistema poderá elevar o estado de carga da bateria de 10% para 70% em aproximadamente cinco minutos, em condições ambientais consideradas normais.

A empresa também afirma que será possível atingir 97% de carga em cerca de nove minutos.

Em temperaturas extremamente baixas, a BYD informa que o processo poderá exigir aproximadamente três minutos adicionais.

Esses números representam uma proposta de recarga ultrarrápida, mas ainda não foram verificados de forma independente.

Também não foram detalhadas todas as condições necessárias para reproduzir os resultados, incluindo potência do carregador, temperatura da bateria, estratégia de pré-condicionamento e configuração específica do veículo.

A velocidade de carregamento depende da capacidade de receber energia em alta potência sem comprometer os limites térmicos e elétricos do conjunto.

Por isso, o desempenho anunciado não significa que o mesmo tempo será alcançado em qualquer estação pública de recarga.

Recarga ultrarrápida exige gerenciamento térmico avançado

Para compreender a dimensão da promessa de cinco minutos, é importante considerar a quantidade de energia envolvida.

Uma recarga de 10% a 70% corresponde à reposição de aproximadamente 60% da capacidade energética da bateria.

Em um conjunto de 88,682 kWh, essa diferença representa aproximadamente 53,2 kWh de energia armazenada, desconsiderando perdas e eventuais diferenças entre capacidade nominal e utilizável.

Para transferir essa quantidade em cinco minutos, a potência média recebida pela bateria precisaria ser da ordem de 638 kW.

Em uma bateria de 105,792 kWh, a mesma variação percentual corresponde a aproximadamente 63,5 kWh, exigindo potência média próxima de 762 kW.

Esses valores são cálculos teóricos baseados nas capacidades informadas e não representam uma potência oficial de carregamento anunciada para cada versão do Tang EV.

Na prática, a potência fornecida pela estação também precisa considerar as perdas do processo e as limitações do sistema elétrico.

Outro desafio está na temperatura das células, que pode aumentar durante o carregamento em potência elevada.

O sistema de gerenciamento térmico precisa controlar esse aquecimento para preservar a segurança e a durabilidade da bateria.

Por isso, a tecnologia Flash Charging depende da integração entre bateria, eletrônica de potência, sistema de refrigeração e infraestrutura de recarga.

Suspensão DiSus-A utiliza molas pneumáticas de câmara dupla

O novo Tang EV também contará com a suspensão BYD DiSus-A, que utiliza molas pneumáticas de câmara dupla.

Essa arquitetura permite controlar características do sistema de suspensão por meio de recursos eletrônicos e pneumáticos.

O conjunto também incorpora uma função de pré-visualização da superfície da estrada, destinada a identificar irregularidades à frente do veículo.

A partir dessas informações, o sistema pode ajustar determinados parâmetros da suspensão para melhorar o comportamento da carroceria.

O objetivo é combinar conforto de rodagem e controle dos movimentos, características importantes em um SUV de grandes dimensões.

A utilização de molas pneumáticas também pode oferecer possibilidades de ajuste diferentes das encontradas em suspensões convencionais com molas metálicas.

Entretanto, a fabricante ainda não detalhou todos os parâmetros de funcionamento da nova aplicação do sistema.

LiDAR e God’s Eye B reforçam assistência à condução

O Tang EV utilizará um sensor LiDAR instalado no teto, integrado ao conjunto de assistência ao motorista God’s Eye B.

O LiDAR utiliza pulsos de luz para medir distâncias e construir representações tridimensionais de elementos presentes no ambiente.

Essas informações podem complementar os dados obtidos por câmeras e outros sensores.

O sistema God’s Eye B oferecerá recursos de assistência à navegação em rodovias e ambientes urbanos, conforme as condições de operação previstas.

A tecnologia é classificada como nível 2 de automação segundo a SAE, o que significa que o motorista precisa permanecer atento e responsável pela condução.

Mesmo quando o veículo executa funções de direção e controle de velocidade, a supervisão humana continua necessária.

Portanto, a presença de LiDAR e sistemas avançados de assistência não transforma o Tang EV em um automóvel totalmente autônomo.

Lançamento previsto para o quarto trimestre de 2026

A estreia comercial da terceira geração do Tang EV está prevista para o quarto trimestre de 2026 na China.

Até o momento, a BYD não anunciou preços oficiais, datas de pré-venda ou detalhes completos das versões.

O novo modelo também não possui confirmação de lançamento no Brasil.

A fabricante deverá apresentar informações adicionais sobre equipamentos, configurações de bateria e condições comerciais à medida que o lançamento se aproximar.

Mecânica Online® com Tarcisio Dias – A terceira geração do BYD Tang EV demonstra como os veículos elétricos estão evoluindo simultaneamente em três áreas fundamentais: interface digital, armazenamento de energia e controle eletrônico do chassi.

A nova configuração de telas chama atenção pelas dimensões, mas seu verdadeiro valor dependerá da qualidade da experiência de utilização.

Uma interface automotiva precisa priorizar legibilidade, acesso rápido às funções essenciais e redução da distração do motorista.

O conceito Giant Screen UI oferece maior flexibilidade na organização das informações, mas também amplia a responsabilidade dos projetistas sobre a ergonomia digital.

A possibilidade de redimensionar janelas pode ser útil, desde que o sistema mantenha informações críticas de condução sempre acessíveis e claramente identificáveis.

O assistente virtual Xiao Mianbao representa outra tendência importante: a integração entre inteligência artificial e interação dentro da cabine.

Entretanto, o desenvolvimento desses recursos exige atenção à privacidade dos ocupantes e à segurança das informações coletadas pelos sensores.

Do ponto de vista mecânico, a utilização de um motor elétrico traseiro de 300 kW indica uma proposta de desempenho elevado.

A potência de aproximadamente 408 cv, combinada ao torque característico dos motores elétricos, pode proporcionar respostas rápidas de aceleração.

Entretanto, a avaliação do desempenho real depende de informações ainda não divulgadas, como massa do veículo, torque máximo e calibração do sistema de controle de tração.

Outro destaque é a evolução da bateria Blade.

A utilização de capacidades próximas de 89 kWh e 106 kWh demonstra a busca por autonomia elevada em um SUV de grandes dimensões.

Mas a autonomia precisa ser analisada em conjunto com o consumo energético.

Uma bateria maior pode proporcionar maior alcance, porém também acrescenta massa e pode influenciar o comportamento dinâmico e a eficiência.

O anúncio de até 850 km no ciclo CLTC é relevante, mas não deve ser interpretado como uma distância garantida em condições reais.

O resultado depende do procedimento de homologação e das condições de utilização.

A tecnologia Flash Charging representa um avanço potencialmente ainda mais importante.

Reduzir a recarga de 10% a 70% para aproximadamente cinco minutos poderia transformar a experiência de utilização de veículos elétricos em viagens.

Entretanto, essa possibilidade depende de uma infraestrutura capaz de fornecer potência muito elevada.

Os cálculos de energia mostram que, dependendo da capacidade da bateria, a potência média necessária pode ultrapassar 600 kW ou 700 kW durante o intervalo anunciado.

Isso exige soluções avançadas de eletrônica de potência, refrigeração e gerenciamento energético.

Também será necessário avaliar como o sistema controla a temperatura das células e a degradação da bateria ao longo de sucessivos ciclos de recarga rápida.

Outro aspecto relevante é a infraestrutura elétrica das estações.

Carregadores de potência muito elevada exigem conexões adequadas à rede, equipamentos específicos e capacidade de distribuição de energia.

Portanto, a evolução das baterias precisa ser acompanhada por investimentos na infraestrutura de recarga.

A suspensão DiSus-A também merece atenção porque demonstra a crescente integração entre sistemas mecânicos e eletrônicos.

A utilização de molas pneumáticas de câmara dupla e pré-visualização da estrada permite desenvolver estratégias de controle mais sofisticadas.

Em um SUV grande e pesado, o gerenciamento dos movimentos da carroceria é especialmente importante para conforto e estabilidade.

Já o conjunto God’s Eye B demonstra o avanço das tecnologias de assistência à condução.

Entretanto, é fundamental compreender que automação de nível 2 não dispensa a supervisão do motorista.

A presença de sensores sofisticados não elimina as limitações operacionais do sistema.

O principal avanço do novo Tang EV não está apenas no tamanho das telas ou na autonomia anunciada, mas na integração entre software, bateria, propulsão elétrica e sistemas de controle do veículo.

A avaliação definitiva dependerá da confirmação dos dados técnicos, de testes independentes e da capacidade da BYD de reproduzir os resultados de recarga em condições reais de utilização.

Para acompanhar BYD, Tang EV, baterias, recarga rápida, SUVs elétricos e tecnologia automotiva, siga @tarcisiomecanicaonline.

Retrovisor Mecânica Online® – Entenda o que está por trás da notícia

  • Quarto trimestre de 2026 – Período previsto para o lançamento da terceira geração do BYD Tang EV na China.
  • 35,4 e 30 polegadas – Tamanhos das duas telas que compõem o novo cockpit digital.
  • Giant Screen UI – Interface modular que permite organizar e redimensionar diferentes funções na tela.
  • 300 kW – Potência do motor elétrico traseiro, equivalente a aproximadamente 408 cv.
  • 850 km CLTC – Maior autonomia anunciada para a nova geração, segundo o ciclo de homologação chinês.
  • Cinco minutos – Tempo de recarga de 10% a 70% prometido pela BYD, ainda sem verificação independente.
  • DiSus-A – Sistema de suspensão pneumática com recursos eletrônicos de controle e pré-visualização da estrada.

Mecânica Online® – Mecânica do jeito que você entende

  • Bateria LFP – Bateria de íons de lítio que utiliza fosfato de ferro-lítio como material do cátodo, oferecendo características específicas de estabilidade térmica e durabilidade.
  • Flash Charging – Tecnologia de recarga ultrarrápida que utiliza elevada potência elétrica e sistemas de gerenciamento para reduzir o tempo de carregamento da bateria.
  • LiDAR – Sensor que utiliza pulsos de luz para medir distâncias e identificar características tridimensionais do ambiente.
  • Suspensão pneumática – Sistema que utiliza câmaras de ar pressurizado em substituição ou complemento às molas convencionais, permitindo controlar características de sustentação e conforto do veículo.
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