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Volkswagen faz testes com o Golf

A Volkswagen apresentou no Salão de Frankfurt deste ano o Golf FSI, com injeção direta, que promete reduzir em até 15% o consumo de combustível. Antes do Golf, a montadora já tinha apresentado essa tecnologia no subcompacto Lupo.

O Golf desenvolve potência máxima de 110 cv a 5,8 mil rpm. Além disso, o novo modelo cumpre os valores limites de emissão da futura norma EU4, legislação européia para o controle de emissão de poluentes que entrará em vigor a partir de 2005.

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A Mitsubishi Motors, uma das montadoras pioneiras em injeção direta, garante que uma tecnologia de motores que está de acordo com as exigências ambientais tem sido prioridade para a empresa.

Nos motores com injeção multiponto existem limites na resposta do fornecimento de combustível e no controle da combustão.

Para superar isso, a Mitsubishi também desenvolveu um sistema de injeção direta, chamado Gasoline Direct Injection (GDI).

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Para a montadora, o motor com essa característica possui um controle preciso do fornecimento de combustível, que alcança melhor eficiência no processo final da combustão, superando os motores que usam o sistema de injeção multiponto.

Outra vantagem está no fato de a injeção direta melhorar a performance do veículo em baixas rotações.

Sistema surgiu para o motor a diesel-A Ford originalmente desenvolveu a injeção direta para motores a diesel. A tecnologia proporcionou uma economia de 20% quando foi adaptada aos motores a gasolina.

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A tecnologia, chamada de Direct Injection Spark Ignition (DISI), que está sendo testada em um propulsor de três cilindros e 1.1 litro, desenvolve 70 cv de potência máxima.

Primeiramente, em um perímetro urbano isso se traduziu em 21% de economia de combustível. Em um percurso misto – estrada e perímetro urbano –, o motor com injeção direta pode alcançar economia de 10% a 15%.

Segundo o engenheiro Ralf Schulz, gerente do desenvolvimento de motores e transmissões da Ford no Brasil, esta tecnologia está sendo desenvolvida na Europa e Estados Unidos para a família de compactos, como o Fiesta. Porém, a aplicação do sistema ocorre apenas na Europa.

Em um motor com injeção eletrônica convencional, todos os cilindros são abastecidos com uma mistura de ar-combustível na proporção de 14,7:1.

O ‘spray’ de combustível é misturado com ar e é descarregado para dentro do cilindro, onde ocorre a ignição da mistura, por meio da vela.

A nova tecnologia DISI permite que se queime as misturas com uma taxa maior de ar do que a convencional. A relação pode aumentar para 60 partes de ar em vez de 14,7.

A mistura ar-combustível torna-se mais pobre, o que significa economia e redução da emissão de poluentes.

O engenheiro Schulz acredita que a injeção direta é a tecnologia do futuro, porém, acha que a sua aplicação no Brasil ainda levará algum tempo.

“Para tirar benefícios da tecnologia é necessário um combustível de boa qualidade, pois sem ele não é possível realizar uma queima perfeita na câmara de combustão, o que prejudicaria a economia e a redução da emissão de poluentes”, diz.

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