Economia com manutenção do carro pode chegar a R$ 4 mil
O uso de combustível de má qualidade pode destruir componentes do sistema de alimentação e injeção de combustível.
As gasolinas conhecidas popularmente como “batizadas”, por conterem solventes, água e até álcool além da proporção permitida por lei, contaminam os bicos injetores com resíduos, formando gomas, vernizes e cristalizações no sistema.
Com isso, o carro gasta mais, polui mais e os bicos injetores são danificados.
Para evitar esses problemas, o ideal é fazer a manutenção preventiva com produtos STP, como o Fuel Injector.
O limpador concentrado, ao ser adicionado ao tanque de combustível, dissolve as borras e sujeiras de todo o sistema de combustão, sem agredir as partes plásticas e formando uma película protetora nos componentes, para que não haja depósitos.
“Às vezes o motorista tem uma resposta imediata: se o carro estava falhando por causa de alguma obstrução nos bicos injetores, depois de adicionado o produto dá para perceber a diferença”, explica Antonio Carlos da Silva, consultor-técnico da STP.
“O uso do Fuel Injector restaura a potência, melhora a resposta nas acelerações e ainda protege o sistema contra corrosão e oxidação”, destaca.
Além do uso do produto, conhecer a procedência da gasolina colocada no veículo também é outro ponto importante para garantir a “saúde” do automóvel.
Adotado pelas montadoras no fim da década de 80, o sistema de injeção eletrônica foi desenvolvido para reduzir a emissão de poluentes na atmosfera.
Uma unidade eletrônica chamada Eletronic Control Module (ECM), o Módulo de Controle Eletrônico funciona como o cérebro do sistema, calculando com base nos dados recebidos dos sensores eletrônicos, como a Sonda Lambda (sensor de oxigênio conectado ao coletor de escape), a quantidade de combustível que deve ser injetada a cada aceleração.
Mas, quando o sistema está contaminado, essa injeção de combustível é alterada e o carro polui mais e gasta mais combustível também.
“O motorista acaba pisando mais no acelerador para obter a mesma resposta de aceleração”, diz Silva. Sem a limpeza preventiva do sistema, os bicos injetores podem até entupir e ficar danificados. Nesse caso, o gasto com a oficina é alto.
“Se não limpar, os custos podem chegar a variar de R$ 2 mil a R$ 4 mil para trocar bicos e bomba de injeção”, declara.
Para finalizar, o consultor técnico dá uma dica: “É preciso mudar o comportamento do consumidor para que ele perceba que usando produtos como o Fuel Injector ele vai ter menos gastos com a manutenção”.
O preço médio do Fuel Injector da STP é de R$ 13. Mais informações no site www.stp.com.br ou no SAC 0800-111787.