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“Blindagem rápida” ganha força no Brasil

O mercado de blindagem automotiva segue em alta no Brasil. Segundo dados da Abrablin (Associação Brasileira de Blindadores), cerca de 1.700 veículos de uso civil foram blindados por mês no país desde janeiro. Na projeção para todo o ano de 2015, serão mais de 20 mil unidades, um recorde mundial.

Kevlar no lugar do aço – Em vez da manta balística convencional, a blindagem unidirecional usa tecido formado por várias camadas de aramida (também conhecida como Kevlar), dotadas de fios paralelos e sobrepostos de forma perpendicular. “Essa malha dissipa melhor a energia e é mais maleável, dispensando lâminas de aço nas extremidades”, argumenta Antônio Bertagnoli, diretor geral da empresa.

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Segundo o executivo, o procedimento permite reduzir o peso da blindagem para um modelo de médio porte em mais de 50 quilos (o processo tradicional acrescenta de 150 a 200 kg ao peso do carro) e ainda demanda menos tempo para ser finalizado. “Como não precisamos soldar as chapas de aço, podemos blindar um SUV médio em apenas um dia”, disse.

O nível de proteção é o III-A, máximo permitido por lei para uso civil, que deve suportar disparos de submetralhadoras 9mm e pistolas Magnum de calibre 44.

A Udura não quis revelar o valor médio do serviço, mas estima-se que ele seja mais caro que a blindagem III-A convencional, que varia entre R$ 50 mil e R$ 100 mil.

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Opção mais leve – Já a DuPont, multinacional do setor químico, desenvolveu especificamente para o Brasil a blindagem com partes pré-moldadas, processo chamado de “Armura”. Ele é homologado com nível I — o mínimo exigido pelas normas nacionais –, capaz de aguentar balas de calibre 38. “É o suficiente para um cenário de violência urbana como o nosso”, defende Allan Gorham, gerente de blindagens da empresa.

A blindagem Armura funciona assim (confira os detalhes em álbum nesta reportagem): kits chegam às blindadoras com tecidos de aramida e vidros já prontos para instalação. Basta aplicar as peças sob a forração original, operação que dura cerca de cinco dias úteis. Atualmente, 25 modelos zero-quilômetro em linha no mercado podem ser blindados por esse processo — entre eles estão Volkswagen Tiguan, Toyota Corolla e Honda Fit, por exemplo.

“Estamos saindo de um processo artesanal para o semi-industrial, o que permite poupar tempo e cortar custos”, acrescenta Gorham. De acordo com a companhia, o uso da Armura aumenta em “apenas” 90 quilos o peso do carro, o que dispensaria, segundo a DuPont, até a aplicação de reforço nas molas da suspensão. O preço varia entre R$ 20 mil e R$ 40 mil.

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