Em uma dinâmica descontraída promovida pela Finetwork, Fernando Alonso descartou o uso de faróis de LED em seus veículos de rua, destacando que a alta luminosidade pode distrair condutores e prejudicar a segurança nas estradas.
O piloto espanhol Fernando Alonso, um dos nomes mais respeitados do automobilismo mundial, surpreendeu ao revelar um ponto de vista técnico e pessoal sobre acessórios automotivos.
Durante um quiz sobre preferências de uso para seu carro de passeio, Alonso foi enfático ao criticar a popularização dos faróis de LED, apontando o ofuscamento excessivo como um fator de risco crescente para a segurança viária.
Embora o LED ofereça benefícios como menor manutenção e alta eficiência energética, a intensidade luminosa de muitos conjuntos ópticos modernos tem sido alvo de constantes queixas de usuários.
Para o bicampeão da F1, o brilho excessivo é um elemento distrativo para os condutores que seguem à frente, podendo levar a situações de perigo. “Os LEDs confundem o carro de trás e distraem o motorista”, afirmou o piloto.
Além da crítica à iluminação, Alonso participou de uma seleção lúdica de acessórios, onde também vetou itens tradicionais e inusitados.
Entre os descartados está o clássico assento de madeira com contas — acessório nostálgico dos taxistas —, que ele considerou “antiquado” e incompatível com o padrão tecnológico que vivencia nas pistas. O piloto também não aprovou o uso de carregadores portáteis acoplados a dutos de ventilação.
Por outro lado, Alonso demonstrou uma escolha bem definida: a sinalização “Bebê a Bordo”. O item, que agora ganha um significado especial devido à sua recente paternidade, foi eleito como um acessório obrigatório em sua coleção pessoal de supercarros.
A escolha reforça o lado humano do piloto, que equilibra a alta performance das pistas com as necessidades práticas e familiares do cotidiano.
“A visão de Alonso sobre a iluminação automotiva reflete um debate técnico muito atual. Enquanto a indústria busca eficiência, o conforto visual de quem trafega em sentido oposto precisa ser melhor equacionado. Quando um piloto com o nível de precisão visual de Alonso aponta a distração causada pelos LEDs, é um sinal de que a engenharia de iluminação ainda tem desafios ergonômicos a resolver para garantir a harmonia no trânsito urbano”, analisa o Editor do Mecânica Online®, Tarcisio Dias.
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A opinião de Alonso ecoa um movimento global de motoristas que buscam maior rigor na regulamentação da intensidade de luzes automotivas. O desafio dos fabricantes agora é equilibrar a performance necessária para a visibilidade noturna com padrões que evitem o ofuscamento de outros condutores, um tema que deve ganhar espaço nos fóruns de segurança viária nos próximos anos.
• Ponto crítico: O ofuscamento gerado pelos faróis de LED em veículos novos.
• Acessório aprovado: Placa “Bebê a Bordo” (por razões pessoais do piloto).
• Acessórios descartados: Assento de madeira com contas e carregadores acoplados ao ar-condicionado.
• Contexto do debate: Segurança no trânsito versus evolução da tecnologia de iluminação.
• Posicionamento de Alonso: Foco na segurança e na redução de distrações visuais para condutores.
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Ofuscamento – Fenômeno visual que ocorre quando uma fonte de luz intensa inibe a visão do condutor, reduzindo temporariamente sua capacidade de perceber perigos na estrada ou o traçado da via.
LED (Light Emitting Diode) – Tecnologia de iluminação que substitui lâmpadas halógenas, oferecendo luz mais branca e maior durabilidade, mas que exige calibração rigorosa de facho para evitar cegar outros motoristas.
Segurança Ativa – Conjunto de tecnologias ou elementos de design (incluindo iluminação) que visam prevenir o acidente antes que ele ocorra, mantendo a estabilidade e a visibilidade do veículo.

