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Três novidades da Citroën

A Citroën mostra neste XXII Salão Internacional do Automóvel de São Paulo as três novidades que prepara para lançamento no primeiro semestre do ano que vem: o C3, compacto premium que se caracteriza pelo estilo atraente e tecnologia inovadora; o C8, que vai disputar o segmento das vans top de linha do mercado nacional; e o comercial leve Jumper, que agora passa a ter produção nacional e capacidade para até 16 pessoas.

Sérgio Habib, presidente da Citroën do Brasil, diz que a presença da Citroën no Salão reforça a confiança da marca no mercado nacional, apresentando produtos de grande sucesso comercial e muita qualidade.

“O Brasil é um dos mercados estratégicos mais importantes para a Citroën no mundo – ao lado da China, por exemplo – e o lançamento do C3 representa o nosso ingresso na faixa superior do segmento dos automóveis compactos, reforçando nossas projeções de crescimento de mercado para os próximos anos”, declara o executivo.

A Citroën deverá fechar este ano com vendas totais no Brasil de cerca de 20.000 unidades, o que representa um crescimento superior a 37% sobre os resultados comerciais do ano que passou, quando foram vendidas 15.300 unidades.

Dois produtos se destacam na linha Citroën com enorme aceitação pelo consumidor: o monovolume Xsara Picasso e o automóvel C5 nas versões sedan e break.

“O Xsara Picasso – esclarece Habib – conquistou por seus atributos de estilo e tecnologia, a liderança do segmento dos monovolumes, com 11.382 unidades vendidas até setembro”.

O C5, lançado no final de setembro do ano passado, também lidera o segmento dos automóveis grandes de luxo com 1.294 unidades vendidas de janeiro a setembro deste ano.

Para 2003, Sérgio Habib estima um crescimento de cerca de 25% com a chegada do C3, mesmo num cenário econômico e político de grande agitação nos dias atuais.

“Nossas vendas devem chegar a 25.000 unidades no próximo ano levando em conta a nossa confiança na continuidade do sucesso do Xsara Picasso e da chegada do C3, cujo lançamento comercial ainda no primeiro semestre deverá representar um volume de 12.000 unidades até o final do ano”.

Habib reafirmou ainda que o mercado brasileiro vive um momento de transição importante numa situação conjuntural de dificuldades que não interfere nos planos de longo prazo da marca para o mercado nacional.

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