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Concurso “Volkswagen na Comunidade 2016”, da Fundação Volkswagen, entrega R$ 440 mil a 11 entidades

Levar uma nova esperança de vida a bebês prematuros com leite materno doado; oferecer formação profissional a pessoas com deficiência e familiares; utilizar a cultura para resgatar crianças e adolescentes que estavam em risco social e, acima de tudo, fazer com que todos sonhem grande!

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Essas são apenas algumas histórias de vida transformadas pela 9ª edição do concurso “Volkswagen na Comunidade”, promovido pela Fundação Volkswagen, que premiou 11 projetos sociais com um total de R$ 440 mil, durante evento no Centro de Treinamento da Volkswagen do Brasil em São Paulo, na tarde de sexta-feira (21/10).

Agora, cada entidade terá R$ 40 mil para colocar seus projetos em prática, promovendo um futuro melhor. Com 36 anos, a Fundação Volkswagen é responsável pelos investimentos sociais da Volkswagen do Brasil e oferece dez projetos, sendo sete Educacionais e três de Desenvolvimento Social, entre os quais o “Volkswagen na Comunidade”.

Em nove anos de existência, o “Volkswagen na Comunidade” já entregou 84 prêmios, totalizando R$ 3,04 milhões, que beneficiaram diretamente 471.768 pessoas, de 27 Estados brasileiros.

No histórico, foram 4.350 projetos inscritos por 2.003 padrinhos, os quais são sempre colaboradores da Volkswagen do Brasil ou da MAN Latin America (fabricante dos caminhões e ônibus Volkswagen e MAN, com sede em Resende – RJ) que já atuam voluntariamente nas entidades.

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Neste ano, o “Volkswagen na Comunidade” teve recorde absoluto de inscrições: foram 790 projetos indicados, 11,7% a mais do que na edição 2015 (707).

“O ‘Volkswagen na Comunidade’ é motivo de grande orgulho para a Volkswagen do Brasil. O concurso tem a missão de transformar vidas e realizar sonhos, ao oferecer recursos financeiros para que as entidades viabilizem seus projetos sociais. Por outro lado, promove o engajamento na empresa, pois os colaboradores devem inscrever projetos nos quais atuam voluntariamente. O recorde de inscrições revela a importância crescente do tema responsabilidade social na empresa: todos atuando juntos, como Um Time, por um bem maior”, afirmou o Vice-Presidente de Recursos Humanos da Volkswagen do Brasil e presidente do Conselho de Curadores da Fundação Volkswagen, Nilton Junior.

Além do prêmio em dinheiro, o concurso oferece curso de Gestão de Projetos Sociais às entidades vencedoras e também às finalistas.

“O curso de Gestão de Projetos Sociais orienta as entidades a administrarem seus recursos de forma otimizada, conquistando a sustentabilidade das ações a longo prazo. Mais de 470 mil pessoas já tiveram suas vidas transformadas pelo ‘Volkswagen na Comunidade’, e queremos que as instituições deem continuidade a esses trabalhos, promovendo um futuro melhor a comunidades brasileiras”, afirma o superintendente da Fundação Volkswagen e diretor de Assuntos Jurídicos da Volkswagen do Brasil, Dr. Eduardo de Azevedo Barros.

Neste ano, o concurso contou com uma novidade: a oficina gratuita “Elaboração de Projetos Sociais”, que reuniu um total de 220 participantes nos cinco encontros promovidos em São Paulo, São Carlos, Vinhedo, Taubaté e Curitiba.

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“As oficinas inéditas permitiram que o ‘Volkswagen na Comunidade’ ampliasse ainda mais sua abrangência em regiões onde a Volkswagen do Brasil tem unidades. Nas oficinas, o time da Fundação Volkswagen deu dicas de como as entidades poderiam participar do concurso e conseguir novos voluntários, entre os colaboradores da Volkswagen que tinham o desejo de fazer um trabalho social, mas não sabiam onde e como iniciar”, disse a diretora da Fundação Volkswagen, Keli Smaniotti.

Dos 11 prêmios entregues, dez foram para projetos inéditos (sendo nove inscritos por colaboradores da Volkswagen do Brasil / Volkswagen Financial Services e um por colaboradores da MAN Latin America).

O 11º é o “Prêmio de Sustentabilidade”, no mesmo valor de R$ 40 mil, entregue à entidade já premiada no “Volkswagen na Comunidade 2015” e que melhor geriu os recursos durante o ano.

Confira as histórias das entidades premiadas e os depoimentos emocionados dos empregados que atuam voluntariamente

Instituto Monsenhor José Benedito Antunes, de Santo André (SP)
Projeto: “Cantar, Tocar e Encantar” (Clique aqui para conferir o vídeo do projeto)

“O que nos motiva a ser voluntárias é que nós pensamos que estamos ajudando algumas pessoas; mas na verdade, são eles que nos ajudam a elevar a nossa espiritualidade, a nossa forma de ver a vida bem diferente, uma transformação interna mesmo”, afirmou a assistente executiva administrativa da fábrica Anchieta da Volkswagen do Brasil, em São Bernardo do Campo, Glaucia Bianchi, que atua voluntariamente no instituto e inscreveu o projeto.

O projeto “Cantar, Tocar e Encantar” promove a sensibilização musical, auxiliando no desenvolvimento cultural, intelectual e social.

“O projeto teve início neste ano com instrumentos simples. Agora, com o prêmio, vamos comprar instrumentos de orquestra, para que a gente possa desenvolver cognitivamente melhor essas crianças e adolescentes”, afirmou Roberto Rodrigues de Andrade Junior, diretor técnico administrativo da entidade, formada em 2003 e que acolhe crianças e adolescentes destituídos temporariamente do poder familiar.

APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Rio Grande da Serra (SP)
Projeto: “Panificação e Confeitaria nos Caminhos da Inclusão Social” (Clique aqui para conferir o vídeo do projeto)

“Quando eu fiz o primeiro trabalho voluntário, senti uma emoção muito grande. A alegria que as pessoas têm com o pouco que você doa, não dá para descrever. A sensação é melhor do que qualquer coisa que a gente possa fazer na vida”, se encanta o voluntário Denis Paezane, Engenheiro de Processos na fábrica Anchieta.

O projeto “Panificação e Confeitaria nos Caminhos da Inclusão Social” capacita para o mercado de trabalho e geração de renda.

“O projeto atende nossos alunos acima de 15 anos, sendo uma extensão das atividades pedagógicas. Dando continuidade a esse trabalho, nós conseguiremos ampliar e aprimorar a inclusão desses alunos com deficiência no mercado de trabalho”, afirma a diretora técnica pedagógica da entidade, Vilma Marcelino Silva.

“Era um sonho muito antigo dar continuidade à padaria, então esse projeto veio de encontro, na hora certa, no momento certo”, completou José Miguel Tartuci, presidente de conselho de administração da APAE de Rio Grande da Serra, entidade com 32 anos que oferece educação especial a pessoas com deficiência intelectual e física, de todas as idades.

Igreja Batista Central de Resende (RJ)
Projeto: “Repartir o Pão” (Clique aqui para conferir o vídeo do projeto)

“Ser voluntário é uma forma de doar um pouquinho do que a gente tem: tempo, atenção, para poder ajudar outras pessoas. Depois do trabalho voluntário eu sou um ser humano melhor”, afirmou Cassia Silva Lima Machado, analista de Recursos Humanos da MAN Latin America. O projeto “Repartir o Pão” oferece formação pré-profissional na área de panificação para jovens, contribuindo com a inclusão social e a geração de renda.

“Nós pretendemos beneficiar principalmente os jovens e adolescentes carentes. Formar padeiros profissionais no mercado, para que eles possam sonhar. Nossa pretensão é formar pelo menos 40 profissionais no próximo ano. A gente não tem de dar o peixe frito; a gente tem de dar a varinha, para eles pescarem, aprenderem a pescar”, afirma a coordenadora dos Ministérios de Missões, Adriana de Carvalho Rodrigues Souza. A Igreja Batista Central de Resende atua há 53 anos em benefício da comunidade.

Rotary Club de São Carlos Norte (SP)
Projeto: “Aparelhamento do Banco de Leite Humano da Santa Casa de São Carlos” (Clique aqui para conferir o vídeo do projeto)

“O Banco de Leite serve para coletar e fornecer leite materno para os prematuros que não podem mamar em suas mães. Isso faz com que a gente aumente a sobrevida deles, porque os leites artificiais são os grandes causadores de infecção no intestino, que mata o prematuro. Aumentando a captação e o fornecimento de leite materno, nós vamos ter um impacto direto na mortalidade infantil”, afirmou o pediatra coordenador do Banco de Leite, Dr. André Luiz Giusti.

Fundado em 2001, o Rotary Club de São Carlos Norte é responsável pelo projeto, que consiste na compra de equipamentos para o funcionamento do Banco de Leite Humano da Santa Casa de São Carlos, que provê leite humano pasteurizado de doadoras para os prematuros internados na UTI neonatal, aumentando a sobrevida e diminuindo o índice de mortalidade infantil de São Carlos e região.

“Eu tenho três filhos e me tornei doadora (de leite) para poder compartilhar com outras mães a alegria de poder dar o melhor para os filhos e vê-los crescer saudáveis”, afirmou Alessandra Yumi. O depoimento da beneficiária Thais Jaqueline Teodoro revela a importância do banco: “Eu sou mãe do Enzo. Ele ficou um tempo na UTI, a partir do momento que foi para o berçário, começou a receber o leite materno, adquirindo alimentação. Foi muito importante. O leite é uma das melhores coisas para eles no momento”.

“Só quem faz o trabalho voluntário sabe a satisfação que é poder ajudar o próximo”, completou o voluntário Cláudio Roberto Belaz, gerente de Implementação de Projetos da família de motores EA211 da fábrica da Volkswagen do Brasil, em São Carlos.

Lions Clube Curitiba Batel, de Curitiba (PR)
Projeto: “Escola de Música Lions” (Clique aqui para conferir o vídeo do projeto)

“Desde quando nós começamos esse projeto da escola de música, o Lions Batel alimenta o sonho e vem crescendo nisso, para que nós venhamos a estabelecer uma orquestra filarmônica mirim. As crianças têm a oportunidade, além das aulas, de apresentações na própria escola e externas, e por meio desta formação, adquirem habilidades que contribuem para o aprendizado escolar e a vida cidadã”, afirmou o diretor de Extensão e Coordenador do Projeto, Nilson Izaias Pegorini.

“Eu resolvi fazer uma doação para uma criança: faltava só um violino para começar. Quando eu vi a apresentação dessa criança, fiquei muito satisfeito”, afirmou o padrinho Emerson Eduardo Perucelli, eletricista de Manutenção da fábrica da Volkswagen do Brasil em São José dos Pinhais.

Associação Ágape para Educação Especial, de São José dos Campos (SP)
Projeto: “Mulheres Ágape” (Clique aqui para conferir o vídeo do projeto)

A Associação Ágape atua há 20 anos em São José dos Campos atendendo pessoas com deficiência e também tem como missão a inclusão sociofamiliar.

“O projeto Mulheres Ágape é um sonho já faz tempo. Sempre foi uma preocupação, que as mães das crianças assistidas também fossem atingidas com alguma atividade da própria instituição. Sempre se pensou em costura, mas a associação nunca teve uma estrutura organizada”, afirmou a coordenadora de projetos Liliane Salviano. Agora, essas mulheres poderão ajudar no sustento da família.

“O trabalho voluntário é importante; se todo mundo fizesse um pouquinho, o mundo estaria perfeito, maravilhoso”, afirmou a madrinha Rosilene Polato Mafra, técnica de Enfermagem do Trabalho da Volkswagen do Brasil, em Taubaté.

APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Tatuí (SP)
Projeto: “Liberdade dos Sentidos – Jardim Sensorial” (Clique aqui para conferir o vídeo do projeto)

O Jardim Sensorial contribuirá com a reabilitação dos assistidos, melhora da qualidade de vida e ativação do processo perceptivo, criando uma nova forma de aprender.

“Nosso trabalho é promover o máximo de autonomia e independência. Quando a gente acolhe essas crianças na instituição, elas já vêm de famílias desestruturadas. O Jardim Sensorial vai servir para várias funções: lazer, processo terapêutico e a questão educacional. Também vai servir para inserir a comunidade, porque a gente vai compartilhar esse espaço com a rede regular de ensino”, afirmou a gerente de projetos da entidade, Rita de Cassia Leme Ramos. Com quase 40 anos, a Apae de Tatuí atende 284 pessoas com deficiências intelectuais e autistas.

“Ser voluntário é tentar ajudar o próximo. Eu tenho uma filha de cinco anos e quero mostrar isso para ela; porque nem tudo é perfeito. O mundo não é perfeito e existem coisas para melhorar e tentar passar o amor ao próximo”, disse o padrinho, Tarcisio Simões Garcia, analista de Negócios e Projetos do Centro de Distribuição de Peças e Acessórios da Volkswagen do Brasil em Vinhedo.

Orpas (Obras Recreativas, Profissionais, Artísticas e Sociais), de São Paulo (SP)
Projeto: “QuilombOrpas” (Clique aqui para conferir o vídeo do projeto)

“Eu tive a oportunidade de fundar a Orpas há 12 anos, com o propósito de transformar a vida de crianças e adolescentes aqui do Jardim São Luís. Aqui a gente incentiva com que as pessoas sonhem, porque sonhar grande dá o mesmo trabalho que sonhar pequeno. Então vamos sonhar grande! Eu acho que a educação é uma alternativa para a gente resistir e sobreviver na periferia”, afirmou Daniel Neves de Faria.

Resgatar e valorizar as culturas produzidas em comunidades, entre as quais o movimento hip hop é o objetivo.

“O projeto QuilombOrpas reúne por encontro aproximadamente 200 pessoas. Nos seis encontros que a gente vai realizar, com esse aporte financeiro, serão aproximadamente 1.800 pessoas impactadas. A gente aponta a cultura como a principal ferramenta de transformação do indivíduo e, consequentemente, da nossa comunidade”, afirmou Luana Maciel do Nascimento, diretora de projetos da entidade.

“Eu tinha tudo para ser uma criança bem largada da vida, que não fizesse nada, e eu tive várias oportunidades na Orpas: fiz cursos, trabalhei como voluntária”, afirmou a beneficiada Roberta Aparecida Alves Souza.

“Quando a gente vê uma grande empresa, uma grande Fundação, vindo aqui para somar, para fortalecer uma ação, é uma coisa rara. Isso fortalece nossas forças e a gente percebe que não está sozinho, que há uma conectividade com pessoas do bem”, completou Daniel Neves de Faria.

A madrinha do projeto é a analista de Negócios Renata Pitondo Monteiro, que trabalha na unidade Jabaquara da Volkswagen Financial Services.

Tecendo Cidadania, de Palmares (PE)
Projeto: “Cultivando o Presente, Garantindo o Futuro” (Clique aqui para conferir o vídeo do projeto)

“Depois que eu comecei a trabalhar com agricultura, foi muito melhor. Graças a Deus, meu bom Deus, estamos ‘tudo’ de barriga cheia aqui”, afirmou o beneficiado Abelardo Ferreira dos Santos.

“Hoje nós podemos dizer que temos o nosso espaço como mulheres, como agricultoras, porque trabalhamos e lutamos por isso. E o nosso prazer é continuar nessa luta”, completou a beneficiada Rosivânia Maria da Silva.

Trazer uma nova esperança por meio da agricultura é a missão do projeto. “Os resultados alcançados, até o momento, foram o aumento da produção agroecológica, de produtores querendo comercializar seus produtos e conquistas de políticas públicas, como também da qualidade de vida para os beneficiários. O projeto iniciou com oito agricultores e hoje contamos com 100”, afirma Sandra Aparecida Leoni, tesoureira do projeto, que teve início em 2012.

A madrinha, Manuela Salustiano, técnica Administrativa da Unidade Regional da Volkswagen Financial Services em Recife, lembrou a importância do voluntariado: “Você está dando um tempo, uma coisa preciosa para uma pessoa que, às vezes, só quer te ouvir, só quer contar uma história, desabafar, brincar, só quer um carinho”.

Fundação Terra, de Arcoverde (PE)
Projeto: “Maracatu Sinhá da Terra” (Clique aqui para conferir o vídeo do projeto)

O projeto oferece atividades de educação e cultura, visando a inclusão por meio da música, dança, ritmos e linguagens do Maracatu.

“O Maracatu Sinhá da Terra foi criado para resgatar as crianças, adolescentes e jovens que estavam em risco pessoal e social. Além de causar um grande impacto na autoestima dos jovens, causa também grande impacto social na vida deles”, afirma a coordenadora do setor social, Luciana Ferreira.

“O Maracatu é um projeto cultural que tem dado certo! Nossas crianças foram até para a Alemanha com o Maracatu Sinhá. A educação, saúde e parte social são as três áreas da Fundação Terra que têm maior peso”, completou o Padre Airton Freire, presidente da entidade, que há 32 anos trabalha a inclusão social.

“É isso aí! Vamos ver o sorriso no rosto e ver as crianças dançando, com esperança”, afirmou a madrinha Yamna Rafaela, consultora de Pós-vendas da Unidade Regional de Vendas da Volkswagen do Brasil, em Recife.

Prêmio de Sustentabilidade – Associação Humanitária Amor e Caridade, de Jacareí (SP)
Projeto: “Educação Ambiental para Reciclagem de Óleos Usados” (Clique aqui para conferir o vídeo do projeto)

Um dos vencedores do “Volkswagen na Comunidade 2015”, o projeto “Educação Ambiental para Reciclagem de Óleos Usados” foi o que melhor geriu os recursos recebidos. Por isso, foi contemplado agora com o “Prêmio de Sustentabilidade”.

O projeto incentiva a doação de óleo de cozinha usado para a Associação Humanitária Amor e Caridade, que o vende, gerando renda para atender os idosos assistidos.

Com o prêmio de R$ 40 mil recebido em 2015, a entidade comprou bombas de transferência de óleo, adesivou a Kombi de coleta de óleo e sensibilizou públicos envolvidos, para retirada e venda do material. Com o prêmio de 2016, a entidade, fundada em 1935, vai substituir o veículo e seguir com as ações.

“Com o prêmio de 2015, nós conseguimos adquirir equipamentos de acordo com as normas da ANVISA e trazer maior visibilidade para o projeto. Receber a notícia de que fomos premiados novamente neste ano, realmente traz a realização de um sonho. Nosso objetivo maior é a qualidade de vida, o bem estar dos idosos. Com o nosso projeto, conseguimos atuar em várias frentes de trabalho. Nós conseguimos atingir as crianças, os adolescentes nas escolas, a comunidade, os idosos que aqui residem, e o principal beneficiário de tudo isso, com certeza, é o meio ambiente”, afirmou a assistente social Cristiane Araújo Estevão.

O padrinho, o líder de célula da fábrica da Volkswagen do Brasil em Taubaté José Antonio da Silva, concluiu: “Participar desse projeto me torna uma pessoa melhor, me mostra que pequenas coisas que a gente passa na vida, que a gente acha que são grandes transtornos, na verdade não são. Fazer esse trabalho voluntário transforma a gente em uma pessoa melhor, em um funcionário melhor”.

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