A manutenção de um hipercarro de altíssimo valor patrimonial evidencia o abismo financeiro que separa os superesportivos da realidade do mercado convencional, como comprova o caso de um raro Mercedes-AMG One que, após rodar meras 115 milhas (cerca de 185 quilômetros), passou por sua primeira revisão de rotina tabelada no valor exato de US$ 44.100.
A engenharia automotiva aplicada no modelo justifica o custo estratosférico...
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