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CESVI alerta para danos ocultos que podem ocorrer em pequenas colisões

Nessas pequenas batidas, é muito comum ocorrer a deformação elástica do pára-choque (peça de plástico que amassa e volta, facilmente, ao design original), o que pode ocultar um dano maior na estrutura interna

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Nos grandes centros urbanos, devido aos enormes congestionamentos, ocorrem muitos acidentes de trânsito de baixa velocidade.

Após o impacto, o proprietário faz uma rápida análise visual da parte estética do veículo e acaba achando que está tudo intacto.

Mas, nessas pequenas batidas, é muito comum ocorrer a deformação elástica do pára-choque (peça de plástico que amassa e volta, facilmente, ao design original), o que pode ocultar um dano.

O problema é que a energia do impacto afeta o crash-box ou a travessa. Como esta peça fica atrás do pára-choque, não é possível perceber se os componentes internos foram afetados.

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Só após a desmontagem do pára-choque, observa-se que a parte estrutural tem um dano na região do impacto.

O crash-box ou travessa é responsável pela absorção de energia em impactos de baixa velocidade, sendo fundamental na questão da reparabilidade, porque veículos com esse componente tendem a ter uma menor quantidade de peças danificadas durante uma colisão.

Em prol da segurança e economia – É de extrema importância que, na eventualidade de uma colisão, mesmo não havendo modificações estéticas visíveis, o proprietário leve o veículo até uma oficina para que seja desmontado o pára-choque e avaliado se o crash-box/travessa sofreu danos. Circular com essa peça danificada compromete a segurança dos ocupantes e pode gerar altos custos em uma próxima colisão.

O crash-box está diretamente ligado ao acionamento do air-bag, pois é por meio dele que são calculados os parâmetros para a abertura das bolsas infláveis.

Caso o crash-box esteja danificado, em um segundo impacto, o air-bag pode ter seu desempenho comprometido, não cumprindo a sua função de proteção aos ocupantes.

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Além da segurança, no caso de outra colisão, o custo do reparo aumentará muito, porque mais peças precisarão ser substituídas, principalmente peças mecânicas que, na sua grande maioria, são mais caras.

Sem contar que também poderão ser afetadas peças estruturais, como a longarina, o que também acarretará em um maior tempo do veículo na oficina, já que haverá a necessidade da substituição dessas peças.

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