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Sistema bicombustível passa a fazer parte dos modelos 1.0

Uma nova e esperada opção para o consumidor. Esse é o significado da nova tecnologia SFS, desenvolvida pela Magneti Marelli para equipar os motores flex dos Fiat Mille, Palio e Siena com motor 1.0.

Depois de muita pesquisa, desenvolvimento e testes, a Magneti Marelli amplia o abastecimento ao mercado de veículos de menor cilindrada, os modelos de entrada, primeira opção da grande maioria dos consumidores brasileiros pelos preços que melhor se adaptam ao seu contido orçamento.

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A presença do sistema flex de gerenciamento de combustíveis é especialmente importante nos motores mil por ser a faixa de maior sensibilidade.

Esses motores percebem com maior intensidade o combustível utilizado, exigem maior rapidez na assimilação das regulagens a cada momento e evidenciam de forma mais intensa as diferenças no consumo de combustíveis.

Para o desenvolvimento desse novo motor a Magneti Marelli consumiu mais de 12 meses entre pesquisa e desenvolvimento, introduzindo estratégias inovadoras de controle motor em relação aos demais produtos hoje encontrados no mercado.

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O SFS – Software Flexfuel Sensor – é um poderoso programa de computador inserido no módulo de comando da injeção eletrônica, também conhecido como centralina.

Esta tecnologia faz com que o veículo possa rodar com álcool, gasolina, ou qualquer mistura dos dois combustíveis, sem perda de potência ou aumento da emissão de poluentes. Nesta visão, a Magneti Marelli também oferece ao consumidor a opção de poluir menos, mostrando sua preocupação com o meio ambiente.

Líder no segmento de bicombustíveis com cerca de 65% do mercado, o grupo está presente no Brasil há 27 anos e mantém a primeira posição no ranking brasileiro de sistemas de injeção eletrônica: levando-se em consideração todos os tipos de motores (gasolina, álcool e bicombustível), a Magneti Marelli responde hoje por 39% do mercado nacional.

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Com a expansão do bicombustível, agora mais acessível devido à ampliação do leque de opções de motorização 1.0, esse percentual geral deve apresentar índices importantes de crescimento, segundo Silvério Bonfiglioli, principal executivo e representante da empresa no Brasil.

“É um mercado que a Magneti Marelli conhece muito bem: a origem da empresa no Brasil foi exatamente no sistema de alimentação de motores gasolina e álcool”.

A Magneti Marelli faturou R$ 1,243 bilhão em 2004, sendo que 27% deste valor corresponde à Controle Motor, unidade responsável pelo desenvolvimento e produção dos sistemas de injeção eletrônica.

Em 2004, cerca de 850 mil sistemas deixaram as linhas automatizadas da fábrica de Hortolândia, no interior de SP.

A unidade trabalha hoje com um plano de investimentos de R$ 69 milhões (até o final de 2005) para ampliar a capacidade da produção, desenvolver novos produtos, entre eles concluir a tecnologia TETRA FUEL® (permite que o carro rode com quatro combustíveis – álcool, gasolina pura ou nafta, gasolina aditivada ou GNV – gás natural veicular), e manter-se na liderança tecnológica do mercado de flexíveis.

“O flex já nos exigiu mais de R$ 9 milhões em desenvolvimento e vamos investir outros R$ 9 milhões na evolução desta tecnologia, pois este é um mercado que tende a crescer cada vez mais, seja no Brasil, seja no exterior”, aposta Bonfiglioli.

O Sistema Software Flexfuel Sensor – SFS® – Os sistemas bicombustíveis existentes em outros países exigem a inclusão de um sensor físico de alto custo para analisar a mistura do combustível, que encarece muito o valor do veículo, desnecessário no caso do SFS.

O sucesso do flex no Brasil se deve a tecnologia desenvolvida pela Magneti Marelli – 100% brasileira – que ao invés do sensor físico usa um programa de computador, o SFS, que está inserido no módulo de comando da injeção eletrônica, também conhecido como centralina.

A tecnologia identifica e quantifica a mistura entre álcool e gasolina do tanque, usando informações recebidas de sensores instalados em todo o sistema de injeção de combustível, entre os quais a sonda Lambda, sensores de temperatura, velocidade, rotação e detonação.

A partir dessas informações, o programa determina a quantidade de combustível que será injetada no motor e também o instante da faísca que vai saltar da vela para efetuar a queima dessa mistura.

As características do álcool são diferentes da gasolina e o sistema adeqüa o funcionamento do motor com qualquer proporção da mistura em milisegundos.

Apesar da potência do motor ser a mesma com qualquer que seja a mistura, quando o veículo é abastecido com álcool o carro tende a oferecer melhor desempenho, enquanto que com gasolina tem maior autonomia de rodagem.

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