No cenário de custos automotivos, a Creditas Seguros revela que o preço médio do seguro para os dez carros mais vendidos subiu 10% para o perfil masculino e 6% para o feminino no trimestre, interrompendo uma sequência histórica de quedas. O modelo BYD Dolphin Mini EV lidera como a apólice mais cara do país, atingindo R$ 4.420,53 para mulheres, enquanto o Hyundai HB20 Sense Plus mantém-se como a opção mais acessível, partindo de R$ 2.050,27 para homens. Esta volatilidade leva vantagem para o consumidor que monitora a sinistralidade regional, especialmente no Rio de Janeiro, que permanece como a praça de maior custo médio para ambos os gêneros, atendendo ao perfil do proprietário que prioriza a gestão rigorosa do custo total de posse.
O levantamento da Creditas Seguros aponta que os valores médios para os homens subiram de R$ 2.390,32 em janeiro para R$ 2.636,12 em março.
Para as mulheres, o preço também apresentou elevação, passando de R$ 2.908,42 para R$ 3.104,04 no mesmo período avaliado.
Essa mudança de cenário contrasta com o ano de 2025, quando houve redução de 8% para os homens e 2% para as mulheres na comparação trimestral.
O estudo considerou as cotações nas onze capitais brasileiras de maior representatividade no mercado automotivo, segundo o ranking da Fenabrave.
A análise isolada de março revela uma queda pontual nos preços médios de 3,9% para homens e 8,6% para mulheres em relação a fevereiro.
O BYD Dolphin Mini EV registrou o maior valor médio de apólice nacional, refletindo o custo de reparabilidade e peças de veículos elétricos novos.
Em contraste, o Novo HB20 Sense Plus 1.0 manteve o menor preço médio de apólice, consolidando sua eficiência em custos fixos de manutenção.
As maiores altas para o público masculino foram registradas em Brasília (27%), Goiânia (25%) e Recife (22%) durante o trimestre.
Para o público feminino, a capital paranaense, Curitiba, liderou o aumento com um salto de 34% nos valores médios das apólices.
O Rio de Janeiro manteve os valores médios mais altos para ambos os gêneros, com médias superando a casa dos R$ 4.250,00 em março.
O Volkswagen Polo, líder de vendas, registrou no perfil masculino um aumento de 9,13% em março, atingindo R$ 2.434,74.
Para as mulheres, o seguro do Polo apresentou uma queda de 9,16% no último mês, fechando com média de R$ 2.766,50.
O Chevrolet Onix Sedan registrou uma redução de 7,32% para homens em março, reflexo da estabilização da sinistralidade para o modelo.
A engenharia de custos do seguro para elétricos como o Dolphin Mini apresentou queda de 26,11% para o perfil feminino em março frente a fevereiro.
A análise mostra que a volatilidade do mercado exige que o consumidor acompanhe os balanços mensais para otimizar a renovação de suas apólices.
- Potência: Alta trimestral de 10% para homens e 6% para mulheres no Brasil.
- Torque: Redução de custo em março de 3,9% e 8,6% respectivamente por gênero.
- Consumo: Maiores elevações registradas nas capitais Curitiba (34%) e Brasília (27%).
- Autonomia SCR: Rio de Janeiro consolida-se como a praça de maior custo fixo para segurados.
- Tração: BYD Dolphin Mini detém a apólice mais cara entre os líderes de mercado.
- Preço: Variação média entre R$ 2.050,27 (HB20) e R$ 4.420,53 (Dolphin Mini).
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- Apólice: Documento que formaliza a aceitação do risco pela seguradora, discriminando coberturas, limites e franquias do veículo.
- Sinistralidade: Indicador que mede a frequência e gravidade de eventos (roubos, colisões) que geram indenizações, afetando diretamente o preço do seguro.
- MCA / Facelift: Termos que indicam atualizações de meio de ciclo em veículos, o que pode alterar o valor das peças e o custo de reparação no seguro.

