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Qual é seu rótulo?

Sabe aqueles colegas que você vê todos os dias no escritório, mas com os quais nunca trocou mais que duas palavras?

Apesar de conhecê-los pouco, é bem provável que você tenha uma impressão, positiva ou negativa, de cada um deles, motivado pelos comentários de outros colegas ou pela percepção de atitudes do cotidiano.

Lembre-se de que o inverso também acontece: você está sendo o tempo todo observado. Gestos simples, como ser gentil à entrada do elevador, contribuem para construir, gradualmente, boa reputação.

Criar má fama, no entanto, é um processo bem mais rápido. A situação beira o irreversível quando a pessoa vira assunto constante das conversas de corredores e ganha rótulos depreciativos, como “mal-humorado”, “prepotente”, “folgado”, “galanteador barato”, “imaturo”, “puxa-saco” ou “dedo-duro”.

“O jogo das relações dentro de uma empresa é mesmo bem complicado”, diz o conselheiro de carreiras Rubens Gimael, da Personal Consulting. “É preciso ter consciência da própria imagem diante dos colegas, mas ao mesmo tempo não se deve perder a espontaneidade nem dar ouvido a tudo o que se fala.

” A regra número 1 desse jogo de intrigas é resistir à tentação e jamais falar de um colega algo que não gostaria que falassem de você.

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