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Iveco conquista seu melhor ano no Brasil e América Latina

A Iveco South & Central America comemora o fechamento de 2004 com os melhores resultados já alcançados pela marca na região.

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Os números positivos estão claramente traduzidos no crescimento das vendas e aumento de participação de mercado, na ampliação da gama de produtos e na alta do faturamento.

A Iveco South & Central America encerra o período com um incremento de 40% de participação no mercado latino americano.

Este significativo índice está diretamente relacionado à consolidação da sua base industrial, com a nacionalização de produtos destinados ao segmento de médios e pesados no Brasil.

Além disso, diversos lançamentos feitos ao longo deste ano também colaboraram para o aumento da participação no mercado.

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Com a ampliação do leque de produtos nacionalizados, que reuniram variadas inovações tecnológicas e de aplicação, a Iveco passou a contar com os benefícios de financiamento através do Finame.

Desde o início do ano, a Iveco já lançou quatro novos modelos que ampliaram todas as linhas de produtos, desde veículos destinados ao segmento de passageiros, até comerciais leves, caminhões médios e pesados.

No segmento de passageiros a montadora inovou com o lançamento de cinco versões do microônibus City Class, destinado ao transporte de 21 até 25 pessoas.

Recentemente ampliou o leque de médios e pesados com o lançamento do Eurocargo e Eurotech nacional e colocou no mercado os modelos Stralis e Eurotrakker.

Entre as ações desencadeadas para permitir o incremento da produção na América Latina está a estratégia de permanência industrial nos dois mais importantes centros comerciais da região, o Brasil e Argentina, que juntos somam um mercado de 112 mil veículos industriais com peso superior ou igual a 3,5 toneladas.

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Mesmo com uma linha de pesados entrando em operação em território brasileiro, a linha de Córdoba foi mantida e hoje vem produzindo cerca de 230 unidades/mês de médios e pesados, especialmente destinadas ao mercado argentino e demais mercados de exportação da empresa, localizados na América do Sul e Central.

A linha de produção argentina neste ano foi marcada pela recuperação da economia naquele País e obteve 188% de aumento na fabricação de veículos em relação ao ano anterior. Para 2005, há uma estimativa de aumento de 19% nas operações industriais da planta.

Atualmente a participação da Iveco naquele mercado é de 12%.

Já a produção do Complexo Industrial de Sete Lagoas cresceu somente para a Linha Iveco, 84% em 2004, atingindo aproximadamente 7 mil comerciais leves, semi-leves, caminhões médios e pesados. Para atender a alta demanda do segmento de pesados, a fábrica mineira já vem operando em dois turnos.

Além de atender o mercado interno, o Complexo Industrial de Sete Lagoas, exportou cerca de 40% da produção de Daily para o Chile, Argentina, Colômbia, Venezuela e países da América Central.

OS MELHORES NÚMEROS DA MARCA – Com a nacionalização do pesado Eurotech no Brasil, a marca saltou de 464 unidades comercializadas no segmento de 30 toneladas em 2003 para 1.600 unidades em 2004.

Um aumento que demonstra a total aceitação do produto no mercado interno e garantiu à Iveco um aumento de participação de cerca de 120% no segmento.

Enquanto o mercado cresceu à ordem de 50% a Iveco foi a montadora que mais avançou em vendas em comparação com as demais empresas do setor, com 245% de aumento nos negócios.

A Iveco fecha 2004 com investimentos em infra-estrutura, produtos e serviços no Brasil da ordem de 30 milhões de reais.

Toda a região de atuação da marca registrou resultados positivos com estes investimentos. No segmento de comerciais leves e semi-leves sua participação de mercado superou em 50% as vendas em relação a 2003.

PERSPECTIVAS 2005 – De acordo com o presidente da empresa Jorge Garcia, as projeções para o mercado latino-americano em 2005 apontam para uma expansão das atividades da marca, com a comercialização de aproximadamente 11 mil unidades, 60% das quais somente no Brasil.

A estimativa de participação para 2005 é de 8% no mercado total, contra 6,6% no fechamento deste ano.

Para 2005 a expectativa é de incrementar a produção no Brasil em 16%, alcançando 8 mil unidades de comerciais leves, semi-leves, caminhões médios e pesados, destinando 2.500 para exportação.

A empresa deve faturar em 2004 cerca de 300 milhões de euros, 78% a mais que no ano anterior. Para 2005 a perspectiva é de crescer 20%.

Para alcançar todos esses percentuais, a montadora investirá em novas tecnologias, apresentando novidades sobre toda a gama de produtos, com a incorporação de três novos modelos durante o ano.

Segundo Garcia, a empresa vem trabalhando intensamente para oferecer os melhores serviços de pós-vendas, especialmente no que se refere às novas tecnologias presentes nos motores eletrônicos.

“Haverá melhoramento contínuo na performance dos serviços e na maior cobertura geográfica da rede de concessionários”, completa.

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