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Caminhões elétricos e a GNV avançam no transporte brasileiro
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Caminhões elétricos e a GNV avançam no transporte brasileiro

West Cargo testa novas tecnologias e reduz mais de 210 toneladas de CO₂ com gestão do consumo de diesel.

Por Redação Mecânica Online®
17 min

A descarbonização do transporte rodoviário brasileiro começa a ganhar aplicações práticas nas operações das transportadoras. A West Cargo iniciou em 2025 testes com caminhões elétricos e movidos a gás natural veicular (GNV), utilizando telemetria para comparar consumo, autonomia, desempenho e custos com os veículos a diesel. A experiência indica maior adequação dos elétricos a trajetos curtos e previsíveis, enquanto os caminhões a gás apresentam potencial para operações regionais e corredores com infraestrutura de abastecimento. Paralelamente, a empresa mantém um programa de eficiência para a frota convencional, que proporcionou uma redução estimada superior a 210 toneladas de CO₂ em 2025 e distribuiu mais de R$ 565 mil em incentivos aos motoristas nos últimos 12 meses.

A transição energética no transporte rodoviário brasileiro envolve desafios que vão além da substituição dos motores diesel por novas tecnologias de propulsão.

As transportadoras precisam avaliar autonomia, capacidade de carga, infraestrutura de abastecimento, custo operacional e disponibilidade dos veículos antes de decidir por uma alternativa.

Em um país com extensas distâncias rodoviárias e diferentes condições de operação, a escolha do combustível pode apresentar resultados distintos conforme a rota.

É nesse cenário que a West Cargo passou a testar caminhões elétricos e movidos a GNV, procurando identificar quais aplicações oferecem maior equilíbrio entre redução de emissões e viabilidade econômica.

A experiência também mostra que a melhoria da eficiência dos caminhões diesel continua sendo uma estratégia importante enquanto as novas tecnologias ampliam sua participação no mercado.

Transporte responde por 22,8% das emissões brasileiras de CO₂

Segundo levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT), o setor de transportes responde por 22,8% das emissões de dióxido de carbono consideradas no estudo.

Desse total, 89,9% são atribuídos ao modal rodoviário e às fontes móveis.

Os números ajudam a dimensionar a importância dos veículos utilizados no transporte de passageiros e cargas.

A predominância do modal rodoviário na logística nacional amplia a relevância de estratégias destinadas a reduzir o consumo de combustíveis fósseis.

Entretanto, a descarbonização precisa considerar diferentes condições de utilização.

Um caminhão empregado em entregas urbanas apresenta necessidades diferentes daquelas encontradas em um veículo utilizado em viagens rodoviárias de longa distância.

Por isso, a substituição tecnológica não pode ser analisada apenas pela quantidade de emissões produzidas pelo motor.

É necessário considerar a energia utilizada, o peso transportado, a distância percorrida e os custos ao longo da operação.

West Cargo iniciou testes com elétricos e GNV em 2025

A West Cargo começou a incorporar caminhões com tecnologias alternativas ao diesel em 2025.

A estratégia envolveu a utilização de uma frota inicial reduzida para acompanhar o comportamento dos veículos em condições reais.

A empresa passou a utilizar telemetria para avaliar consumo, autonomia, desempenho e custos operacionais.

Os dados permitem comparar as tecnologias em rotas específicas, considerando as necessidades de cada operação.

Segundo Luigi Rosolen, diretor da West Cargo, a decisão foi adotar as novas soluções de maneira gradual.

O executivo explica que a empresa busca compreender onde cada tecnologia oferece resultados favoráveis antes de ampliar os investimentos.

A avaliação considera não apenas as emissões, mas também a capacidade dos veículos de cumprir suas atividades com regularidade.

Caminhões elétricos apresentam vantagem em rotas previsíveis

A experiência da transportadora indica que os caminhões elétricos apresentam maior adequação a trajetos curtos, planejados e com retorno frequente à base operacional.

Nessas condições, é possível organizar a recarga durante os períodos em que o veículo permanece estacionado.

O planejamento também permite dimensionar a autonomia necessária para cumprir a jornada.

Nos caminhões totalmente elétricos, a propulsão depende da energia armazenada na bateria de alta tensão.

Os motores elétricos apresentam características favoráveis para operações com paradas frequentes, como a disponibilidade de torque desde baixas rotações.

Outro benefício está na possibilidade de recuperar parte da energia durante as desacelerações por meio da frenagem regenerativa.

Esse recurso pode contribuir para melhorar a eficiência em trajetos urbanos.

Entretanto, o consumo depende de diversos fatores.

Peso da carga, velocidade média, relevo, temperatura e utilização de sistemas auxiliares influenciam diretamente a autonomia.

Infraestrutura de recarga precisa acompanhar a operação

Para uma transportadora, a disponibilidade de infraestrutura elétrica é um dos principais fatores na adoção de caminhões elétricos.

A instalação de carregadores exige avaliar a potência necessária, o tempo disponível para recarga e a capacidade da rede elétrica.

Em operações com retorno diário à garagem, o carregamento pode ser planejado para ocorrer durante os períodos de menor utilização dos veículos.

Entretanto, o dimensionamento deve considerar a quantidade de caminhões e suas necessidades energéticas.

Uma frota maior pode exigir investimentos adicionais em transformadores, sistemas de distribuição, carregadores e gerenciamento da demanda elétrica.

Também é importante prever situações em que um veículo precise retornar antes do horário programado ou realizar viagens adicionais.

A West Cargo não divulgou a capacidade das baterias, a autonomia ou o consumo energético dos caminhões utilizados nos testes.

Por isso, não é possível estabelecer uma comparação numérica direta de eficiência entre os modelos elétricos e diesel da operação.

GNV apresenta potencial para operações regionais

Nos testes realizados pela West Cargo, os caminhões movidos a gás natural veicular (GNV) apresentaram maior potencial de utilização em trajetos regionais e corredores com infraestrutura de abastecimento.

A empresa destaca especialmente as operações realizadas entre aeroportos.

Nesses deslocamentos, o planejamento das rotas pode facilitar a utilização de postos previamente identificados.

Os caminhões a gás utilizam motores desenvolvidos para operar com combustível gasoso, conforme a arquitetura e a configuração técnica de cada modelo.

Em aplicações com ignição por centelha, o funcionamento ocorre pelo ciclo Otto, diferentemente do processo de ignição por compressão característico dos motores diesel convencionais.

A utilização de gás exige sistemas específicos de armazenamento, controle de pressão e alimentação.

O GNV é armazenado em cilindros de alta pressão, que precisam atender a requisitos rigorosos de segurança.

A viabilidade depende da disponibilidade do combustível ao longo das rotas e da capacidade do veículo de atender às necessidades de carga e autonomia.

Biometano pode ampliar a descarbonização dos caminhões a gás

Uma das possibilidades acompanhadas pela West Cargo é a utilização futura de biometano.

Esse combustível renovável pode ser produzido a partir da purificação do biogás obtido de resíduos orgânicos.

Entre as matérias-primas estão resíduos agropecuários, efluentes industriais, resíduos urbanos e materiais provenientes de atividades agrícolas.

Após o tratamento, o biometano apresenta elevada concentração de metano e pode atender às especificações necessárias para determinadas aplicações veiculares.

A compatibilidade com motores desenvolvidos para gás natural representa uma vantagem potencial.

Entretanto, o combustível precisa atender às especificações técnicas e às condições de utilização estabelecidas pelo fabricante do veículo.

A origem renovável também pode proporcionar benefícios ambientais importantes.

Quando a produção utiliza resíduos orgânicos e controla adequadamente as emissões de metano, o combustível pode apresentar intensidade de carbono significativamente inferior à do gás natural fóssil.

GNV e biometano não apresentam o mesmo impacto ambiental

Embora possam utilizar sistemas veiculares semelhantes em determinadas aplicações, GNV de origem fóssil e biometano apresentam diferenças importantes.

O gás natural fóssil é extraído de reservas geológicas e contém carbono de origem não renovável.

Durante a combustão, esse carbono é liberado principalmente na forma de dióxido de carbono.

Já o biometano utiliza matérias-primas renováveis, o que pode reduzir as emissões líquidas ao longo do ciclo de vida.

A comparação depende, entretanto, das condições de produção.

O controle de vazamentos de metano é especialmente importante, pois esse gás apresenta elevado potencial de aquecimento global.

TecnologiaCaracterística ambiental
Diesel convencionalEmissões diretas de CO₂ e outros poluentes durante a combustão
GNV fóssilPode reduzir determinadas emissões, conforme o motor e a operação
BiometanoPotencial de menor intensidade de carbono ao longo do ciclo de vida
Caminhão elétricoNão apresenta emissões pelo escapamento; impacto depende da energia e da fabricação
Diesel com maior eficiência operacionalReduz consumo e emissões associados à quantidade de combustível utilizada

Essa distinção é fundamental para avaliar corretamente os resultados ambientais.

O uso de combustível gasoso não significa automaticamente que um caminhão seja de baixa emissão de gases de efeito estufa.

Governo estabeleceu meta para o biometano em 2026

A expansão do biometano também passou a contar com instrumentos específicos de política energética.

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) definiu para 2026 uma meta de redução de 0,5% nas emissões de gases de efeito estufa no mercado de gás natural, mediante a ampliação da participação do biometano.

A medida integra o Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano.

A política foi estabelecida a partir da Lei nº 14.993/2024, conhecida como Lei do Combustível do Futuro.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) possui atribuições relacionadas à regulamentação e ao acompanhamento do programa.

A legislação também prevê mecanismos de certificação da origem renovável.

Essas medidas procuram estimular a produção e a comercialização do combustível.

Entretanto, a expansão do mercado dependerá de investimentos em produção, purificação, distribuição e abastecimento.

PKM reduz emissões sem trocar os caminhões

Além dos testes com novas motorizações, a West Cargo desenvolve ações para melhorar a eficiência da frota diesel.

Uma das iniciativas é o PKM – Plano de Kilometragem e Média.

O programa estabelece metas individuais de consumo de combustível para os motoristas, considerando características específicas da operação.

Entre os fatores avaliados estão modelo do caminhão, topografia e condições das rotas.

O objetivo é incentivar uma condução mais eficiente e reduzir desperdícios de combustível.

Segundo a empresa, o programa proporcionou uma economia estimada superior a 210 toneladas de CO₂ em 2025.

O resultado foi obtido por meio da redução do consumo de diesel e da aplicação de fatores de emissão associados à combustão.

A companhia não divulgou no comunicado a quantidade total de litros economizados nem a metodologia completa utilizada para calcular o resultado.

Por isso, o número deve ser apresentado como indicador informado pela transportadora, sem extrapolação para outras operações.

Motoristas receberam mais de R$ 565 mil em incentivos

O PKM também utiliza um sistema de reconhecimento financeiro.

Segundo a West Cargo, mais de R$ 565 mil foram distribuídos aos motoristas nos últimos 12 meses, considerando o desempenho relacionado às metas do programa.

A iniciativa busca associar a melhoria da eficiência energética à participação dos profissionais responsáveis pela condução.

A proposta é incentivar hábitos que contribuam para reduzir consumo e desgaste dos componentes.

Entretanto, a avaliação precisa considerar as diferenças entre rotas, veículos e condições de operação.

Um caminhão que enfrenta congestionamentos frequentes ou relevo acentuado não pode ser comparado diretamente com outro que percorre trajetos planos e apresenta velocidade média constante.

Por isso, a definição de metas individualizadas é importante para evitar comparações inadequadas.

Telemetria permite identificar desperdícios de combustível

A telemetria é uma das principais ferramentas utilizadas para acompanhar a eficiência das frotas.

O sistema coleta informações do veículo e transmite dados para plataformas de gerenciamento.

Dependendo da configuração, pode registrar consumo de combustível, velocidade, rotação do motor, tempo de marcha lenta, eventos de frenagem e características da condução.

Essas informações ajudam a identificar oportunidades de melhoria.

Um caminhão que permanece muito tempo com o motor funcionando sem deslocamento, por exemplo, pode apresentar consumo adicional sem gerar produtividade.

Da mesma forma, acelerações e frenagens desnecessárias podem aumentar o gasto de combustível.

A análise também permite compreender o comportamento do veículo em diferentes trajetos.

Entretanto, a telemetria não reduz o consumo por si só.

O benefício depende da interpretação dos dados e da aplicação de medidas efetivas de treinamento, manutenção e gestão operacional.

Comparação entre tecnologias depende da rota

A experiência da West Cargo demonstra que diferentes sistemas de propulsão podem atender a necessidades específicas.

CritérioCaminhão elétricoCaminhão a GNVCaminhão diesel
Aplicação destacadaRotas curtas e previsíveisTrajetos regionais com abastecimento disponívelOperações diversificadas
Abastecimento energéticoRecarga elétricaGás comprimidoDiesel
InfraestruturaCarregadores e rede elétricaPostos compatíveisRede ampla de postos
Emissões no escapamentoInexistentesPresentesPresentes
Recuperação de energiaPode utilizar frenagem regenerativaDepende de eventual eletrificação do conjuntoNão presente em sistemas convencionais
Principal desafioAutonomia, recarga e investimentoRede de abastecimento e custo do combustívelConsumo e emissões
Potencial de descarbonizaçãoDepende do ciclo de vida e da eletricidadeAumenta com utilização de biometanoMelhora com eficiência e combustíveis de menor intensidade de carbono

A comparação mostra que a substituição dos veículos precisa considerar aspectos técnicos e econômicos.

O resultado pode variar de maneira significativa entre duas rotas utilizadas pela mesma transportadora.

Infraestrutura e financiamento limitam expansão

Apesar dos resultados iniciais, a West Cargo identifica desafios para ampliar o uso de caminhões elétricos e a gás.

Entre eles estão a necessidade de novos pontos de abastecimento e recarga, a disponibilidade de financiamento e a previsibilidade das regras de mercado.

O investimento inicial também precisa ser considerado.

Um caminhão equipado com tecnologia alternativa pode exigir custos adicionais relacionados à aquisição e à infraestrutura.

Esses valores precisam ser comparados com eventuais economias de energia, combustível e manutenção ao longo da utilização.

A análise é conhecida como custo total de operação (TCO).

Para uma transportadora, o TCO permite avaliar o investimento considerando não apenas a compra do caminhão, mas também suas despesas durante a vida útil.

A tecnologia mais eficiente ambientalmente nem sempre será a de menor custo em todas as rotas, assim como o veículo mais barato na aquisição não necessariamente apresenta o menor custo operacional.

Mecânica Online® com Tarcisio Dias – A experiência da West Cargo mostra que a descarbonização do transporte rodoviário precisa começar pela análise das condições reais de operação.

Os caminhões elétricos apresentam características favoráveis para trajetos com retorno frequente à base, principalmente quando existe infraestrutura de recarga adequada.

A disponibilidade de torque desde baixas rotações e a possibilidade de recuperação de energia durante as frenagens podem contribuir para a eficiência em operações urbanas.

Entretanto, a autonomia de um caminhão elétrico depende fortemente da massa transportada, do relevo e da velocidade média.

Além disso, a instalação das baterias influencia a massa total e precisa ser considerada em relação à capacidade de carga útil.

Os caminhões a GNV apresentam desafios diferentes.

A utilização de gás comprimido exige cilindros de armazenamento, sistemas de controle de pressão e infraestrutura específica de abastecimento.

Em operações regionais com postos disponíveis, essa arquitetura pode representar uma alternativa viável.

O biometano amplia o potencial ambiental, desde que sua produção e distribuição apresentem controle adequado de emissões.

Outro aspecto importante é não confundir redução de emissões locais com redução de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida.

Um caminhão elétrico não emite CO₂ pelo escapamento, mas a produção da eletricidade e a fabricação dos componentes também precisam ser consideradas em avaliações ambientais completas.

Já o caminhão a gás natural fóssil continua liberando CO₂ durante a combustão.

A iniciativa de gerenciamento do consumo diesel também merece destaque.

Enquanto as novas tecnologias ainda enfrentam desafios de escala, infraestrutura e investimento, a redução de desperdícios na frota existente pode gerar resultados imediatos.

A telemetria permite compreender melhor o funcionamento dos caminhões e identificar situações de consumo excessivo.

O treinamento dos motoristas complementa esse processo, especialmente no controle da aceleração, no aproveitamento do torque e na redução de períodos desnecessários de marcha lenta.

Entretanto, a definição de metas precisa considerar as características de cada operação, evitando exigir resultados incompatíveis com o relevo, o trânsito ou a carga transportada.

A distribuição de incentivos financeiros também demonstra uma tentativa de aproximar os objetivos ambientais da rotina dos profissionais.

A principal conclusão é que não existe uma única tecnologia capaz de atender com a mesma eficiência a todas as necessidades do transporte rodoviário brasileiro.

A eletrificação pode apresentar vantagens em rotas curtas e planejadas. O gás natural e o biometano podem oferecer alternativas em corredores com infraestrutura adequada. Já os motores diesel continuam com espaço para melhorias de eficiência e utilização de combustíveis de menor intensidade de carbono.

A redução das emissões dependerá da combinação dessas tecnologias com planejamento logístico, manutenção, capacitação profissional e análise do custo total de operação.

Para acompanhar transporte rodoviário, caminhões elétricos, biometano, eficiência energética e novas tecnologias de propulsão, siga @tarcisiomecanicaonline.

Retrovisor Mecânica Online® – Entenda o que está por trás da notícia

  • 22,8% – Participação do transporte nas emissões de CO₂ consideradas pelo estudo da CNT.
  • 89,9% – Parcela dessas emissões atribuída ao transporte rodoviário e às fontes móveis.
  • 2025 – Ano de início dos testes da West Cargo com caminhões elétricos e a GNV.
  • 210 toneladas de CO₂ – Redução estimada pela empresa em 2025 por meio de seu programa de eficiência.
  • R$ 565 mil – Valor superior a esse montante distribuído aos motoristas em incentivos nos últimos 12 meses.
  • PKM – Plano de Kilometragem e Média utilizado para acompanhar o consumo de combustível.
  • 0,5% – Meta federal de redução das emissões no mercado de gás natural em 2026 por meio do biometano.
  • Telemetria – Tecnologia utilizada para monitorar o comportamento e a eficiência dos veículos.

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  • GNV – Gás natural veicular, combustível armazenado sob pressão para utilização em motores compatíveis.
  • Biometano – Combustível renovável constituído principalmente por metano, produzido a partir do processamento de matérias-primas de origem biológica.
  • Telemetria – Sistema de coleta e transmissão de dados que permite acompanhar o funcionamento e a utilização de veículos.
  • Frenagem regenerativa – Tecnologia que recupera parte da energia do movimento durante a desaceleração e a transforma em eletricidade.
  • TCO – Custo total de operação, indicador que reúne despesas de aquisição, energia, manutenção e utilização durante a vida operacional do veículo.
Caminhões elétricos e a GNV avançam no transporte brasileiro